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Queda de braço completa 31 dias e população é que tem prejuízos

6 OUT 2016 • POR Carlos Pires • 13h50

A greve dos bancários completa hoje 31 dias, e já se iguala ao período mais longo de paralisação nacional ocorrida em 2004, quando houve a primeira campanha nacional unificada entre funcionários de bancos públicos e privados. A segunda greve mais longa da categoria foi em 2013, totalizando 24 dias.

A paralisação atual, considerada uma das mais longas da década tem atrapalhado serviços que não estão disponíveis pelo internet banking ou que são feitos apenas de forma parcial nos correspondentes bancários. 

O Diário do Estado ouviu na terça-feira (4) alguns aposentados que estão com dificuldades para sacar os benefícios, além de pessoas que buscam dar entrada no seguro desemprego. Embora esteja previsto que as operação bancárias pelas lotéricas, internet ou em caixas eletrônicos funcionem normalmente diante a greve, há serviços que só podem ser realizados nas próprias agências.

A maior queixa da população é com relação aos caixas eletrônicos que nem sempre possuem cédulas disponíveis para saques devido ao grande fluxo de pessoas que se utilizam deste serviço. Por outro lado, os representantes das agências bancárias de Coxim informaram que os caixas estão sendo abastecidos regularmente no horário comercial, e que o serviço só é feito nos horários programados. 

Os bancários recomendam paciência e contam com a compreensão dos clientes e usuários até que o impasse seja resolvido.