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Casa da poesia pantaneira: Altair Ferreira se declara Escritor Pantaneiro

14 SET 2016 • POR • 13h38

O município de Coxim está situado dentro de uma região denominada “Pantanal do Paiaguás”, que corresponde a 18,3% do total de terras denominadas pantaneiras. Isso é mais do que suficiente para nos dar o direito de nos considerarmos pantaneiros, afirma  Altair Ferreira, que vem ganhando notoriedade como um dos mais atuantes escritor da atualidade em nosso estado. 

Na última semana o autor utilizou as redes sociais para se declarar escritor pantaneiro e seguir os passos de Manoel de Barros que levou as coisas de nossa terra para o Brasil e o mundo.

Com um vasto trabalho no campo da poesia Altair pretende se aventurar em outros gêneros textuais e deverá lançar no início de 2017 a obra “Hally bop 45 – Divinamente... tragicamente”. O livro traça o perfil biográfico de 24 personalidades que impactaram o mundo e morreram antes de completar 45 anos de idade. De Alexandre, o grande a Airton Senna do Brasil, Hally bop além de desnudar a essência da vida dos grandes homens É ainda um mergulho na história e na evolução da própria humanidade. 

Veja trecho da história nº 01 de “Hally bop 45”, o novo livro de Altair Ferreira:

No dia 08 de janeiro de 1935 nascia em East Tupelo, Mississipi, EUA, o anjo iluminado que teria como destino impactar o mundo através da energia do seu carisma e da força mágica do seu talento. 

A predestinação ficou evidenciada no momento do próprio parto quando o valente bebê desafiou a morte e abriu os olhos para o colorido da vida enquanto o irmão gêmeo agonizava e morria no ventre da mãe. 

Primeiros anos

O garoto, que fora separado do irmão gêmeo pelo abraço gelado da morte, cresce forte e saudável em um ambiente feliz e acolhedor naquela pequena cidade do interior dos Estados Unidos. Com a mãe e o pai aprendeu o repeito pelo ser humano e a importância de proferir palavras de otimismo a quem por um momento se desencantou com a vida.  

O senso de generosidade daquele menino vem dos seus primeiros anos de vida, crescendo em meio aos destroços de um furacão que devastou sua cidade na trágica manhã do dia 5 de abril de 1936. O fato causou dor, medo e sofrimento  a inúmeras famílias da cidade, mas ao mesmo tempo serviu para unir negros e brancos que sepultaram por um momento a bandeira enlameada dos conflitos raciais e integraram-se na gigantesca tarefa da reconstrução da cidade...
Hally bop – 45 – Divinamente... tragicamente