Campanha eleitoral frustra indústria gráfica de MS
6 SET 2016 • POR • 13h02As previsões pessimistas das indústrias gráficas de Mato Grosso do Sul em relação à campanha eleitoral deste ano se confirmaram e o segmento registra somente 27% do faturamento obtido no pleito de quatro anos atrás, conforme análise do Radar Industrial da Fiems com base em dados repassados pelo Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul) e Abigraf/MS (Associação Brasileira da Indústria Gráfica no Estado).
Na campanha eleitoral para prefeito e vereadores em 2012, as 240 indústrias gráficas em operação no Estado tiveram um faturamento médio de R$ 17,02 milhões, enquanto no pleito deste ano esse montante ficou em R$ 4.657.500, ou seja, queda de 73% no faturamento das empresas no comparativo entre as duas campanhas (2012 x 2016).
Além disso, apesar de passados quatro anos e com o aumento da maioria da matéria-prima, a crise obrigou as gráficas a reduzirem os preços médios cobrados pelos produtos em até 37,5% e, mesmo assim, foi registrada uma redução de 56% na quantidade produzida de santinhos, praguinhas, banners e adesivos, considerados os principais produtos eleitorais.
