Logo Diário do Estado

Fibromialgia atinge 2% de a 8% da população

10 MAI 2016 • POR Redação • 14h00

A fibromialgia é uma síndrome crônica caracterizada por queixas dolorosas neuromusculares difusas e pela presença de pontos dolorosos em regiões anatomicamente determinadas. Outras manifestações que acompanham também as dores são a fadiga, as perturbações do sono e os distúrbios emocionais. Alguns doentes queixam-se de perturbações gastrointestinais.

Sofrem da doença de 2 a 8% da população adulta dependendo dos países. Da população atingida, entre 80 a 90% dos casos são mulheres com idade entre os 30 e os 50 anos. O sintoma mais importante da fibromialgia é a dor, que pode afetar uma grande parte do corpo.

Em certas ocasiões, a dor começa de forma generalizada, e em outras numa área como o pescoço, ombros, região lombar etc.
A dor pode ser descrita como queimadura ou mal estar. Às vezes podem ocorrer espasmos musculares. Com frequência, os sintomas variam em relação à hora e ao dia, podendo ter maior incidência matinal, agravando-se com a atividade física, com as mudanças climáticas, com a falta de sono e o stress, etc.

Além da dor, a fibromialgia pode causar sensação de formigamento e inchaço nas mãos e pés, principalmente ao levantar da cama assim como ocasionar rigidez muscular. Outra alteração associada à dor é a fadiga, que se mantém durante quase todo o dia com pouca tolerância ao esforço físico. 

Em casa, você pode tomar algumas medidas para ajudar no tratamento e a conviver melhor com a doença. Veja exemplos:

Reduza o estresse diárioDurma o suficiente para estar descansado no dia seguinte
Exercite-se regularmente
Mantenha um mesmo ritmo de vida
Preserve um estilo de vida saudável.