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Justiça manda limpar prédio abandonado com focos do Aedes Aegypti

2 MAR 2016 • POR Idest • 09h15

Antigo deposito de materiais de construção, abandonado há anos vira criadouro do mosquito Aedes Aegypti e a Promotora de Justiça determina interdição imediata. O local teria sido embargado pela justiça por dívidas judiciais e agora somente com ordem judicial o proprietário do prédio pode entrar para realizar a limpeza.

Segundo informações, o embargo judicial por dividas seria sobre os materiais e maquinários do proprietário da empresa e não do dono do prédio. Os técnicos da vigilância sanitária estiveram no local e lá encontraram motores abandonados com acumulo de água, trator esteira com diversos pontos de água parada, telhas e materiais de construção armazenados indevidamente, além de muita sujeira e mato no interior do prédio. Os materiais de construção serão levados para Coxim onde ficarão com um fiel depositário e assim que todos forem retirados, uma equipe inicia a limpeza do local e posteriormente uma equipe de supervisores de combate ao Aedes Aegypti irá fazer outro relatório e encaminhar ao Ministério Público Estadual.

De acordo com o chefe da vigilância Sanitária, Eçuélio Oliveira, se caso a notificação do MP não fosse acatada, os responsáveis poderiam até ser presos. A prisão seria embasada em uma Lei Estadual sancionada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) para acabar com terrenos baldios e propriedades abandonadas que dificultam o combate ao Aedes. (Idest)