Polícia/Coxim
Bebê é hospitalizada após contato com entorpecente e caso mobiliza autoridades em Coxim
7 JUL 2026 • POR Glenda Melo • 10h29Um caso envolvendo uma bebê de apenas 10 meses mobilizou equipes de saúde, segurança pública e assistência social na tarde de ontem, segunda-feira (6), em Coxim. A criança precisou ser encaminhada ao Hospital Regional após apresentar sintomas compatíveis com ingestão de substância entorpecente.
Segundo informações apuradas pelas autoridades, a menina estava em uma residência acompanhada da mãe quando teria encontrado o material enquanto brincava. Horas depois, a bebê começou a apresentar alterações no estado de saúde, incluindo sonolência excessiva e febre, o que levou familiares a buscar atendimento de emergência.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou o transporte da criança até o Hospital Regional de Coxim, onde a equipe médica iniciou os procedimentos necessários para estabilização do quadro clínico. A paciente passou por atendimento especializado e permaneceu sob observação para monitoramento de possíveis efeitos provocados pela substância.
A situação também chamou a atenção das forças de segurança. Policiais militares estiveram na unidade hospitalar para registrar a ocorrência e coletar informações sobre as circunstâncias que levaram ao episódio. Durante os levantamentos iniciais, surgiram indícios de que a criança teria tido contato com uma porção de maconha encontrada dentro do imóvel.
Diante da gravidade do caso, o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o atendimento e avaliar medidas de proteção à menor. O órgão passou a analisar alternativas para garantir a segurança da criança, incluindo a possibilidade de transferência temporária dos cuidados para familiares.
A mãe da bebê, uma jovem de 18 anos, foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos. Após a análise dos fatos, a autoridade policial determinou a prisão em flagrante e o registro de crimes relacionados à exposição da criança a situação de risco.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que busca esclarecer como o entorpecente ficou ao alcance da bebê e apurar as responsabilidades envolvidas no episódio. Enquanto isso, a criança permanece recebendo acompanhamento médico e assistencial.
