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Deolane Bezerra tem prisão mantida após audiência e é transferida
22 MAI 2026 • POR Por Raphael Araujo - ofuxico • 15h00A influenciadora e advogada Deolane Bezerra teve a prisão preventiva mantida após passar por audiência de custódia virtual na tarde de quinta-feira, 21 de maio, pela Vara das Garantias de Osasco, em São Paulo. Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, a análise ocorreu dentro do processo que apura possíveis irregularidades no cumprimento do mandado de prisão.
Ainda assim, o órgão informou que não encontrou ilegalidades durante a operação. Antes de seguir para o sistema prisional, Deolane deixou o Palácio da Polícia, na região central da capital paulista, sob escolta policial. No local, jornalistas questionaram a influenciadora sobre a investigação. Em resposta, ela afirmou: “A Justiça será feita”.
Além disso, repórteres perguntaram se ela estaria “lavando dinheiro para o Marcola”. Sem conversar longamente com a imprensa, Deolane respondeu: “Trabalhando”, antes de entrar no veículo policial. Segundo autoridades de segurança pública, Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, aparece como a principal liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Além disso, repórteres perguntaram se ela estaria “lavando dinheiro para o Marcola”. Sem conversar longamente com a imprensa, Deolane respondeu: “Trabalhando”, antes de entrar no veículo policial. Segundo autoridades de segurança pública, Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, aparece como a principal liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Detalhes da prisão de Deolane
A prisão acontece durante uma investigação que aponta um esquema bilionário de lavagem de dinheiro. De acordo com a polícia, Deolane utilizaria sua estrutura financeira e sua visibilidade pública para dar aparência de legalidade a recursos ilícitos. Ainda conforme o inquérito, investigadores afirmam que valores atribuídos ao PCC se misturavam com recursos de outras atividades antes de retornarem à facção criminosa.
Além disso, a investigação aponta que parte do lucro do esquema teria sido incorporada à economia formal por meio da compra de bens de alto valor registrados em nome de empresas ligadas à advogada. Entre os veículos citados aparecem uma Ferrari SF90 Stradale, avaliada em R$ 4,7 milhões, e um Porsche 911 Carrera.
