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Saúde

Influenza avança no Brasil e acende alerta em Mato Grosso do Sul

4 ABR 2026 • POR Glenda Melo • 14h27
  Foto: Reprodução

O avanço da influenza no Brasil voltou a preocupar autoridades de saúde e acendeu um sinal de alerta especialmente na região Centro-Oeste. Dados recentes apontam que o vírus segue em trajetória de crescimento, exigindo atenção redobrada da população, principalmente em estados como Mato Grosso do Sul.

De acordo com o mais novo boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz, o país enfrenta um aumento significativo nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), condição que pode ser causada por diversos vírus respiratórios, incluindo a influenza. A análise, referente à Semana Epidemiológica 12, entre os dias 22 e 28 de março de 2026, revela que a curva de infecções segue em ascensão em várias regiões do país.

No Centro-Oeste, o cenário é de vigilância constante. A região foi classificada entre aquelas com maior risco para agravamento dos casos, o que coloca estados como Mato Grosso do Sul em uma posição de atenção estratégica. O aumento das hospitalizações por problemas respiratórios reforça a necessidade de prevenção, principalmente entre grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças e pessoas com comorbidades.

Especialistas alertam que, com a mudança de temperatura e a proximidade de períodos mais frios, a tendência é de maior circulação de vírus respiratórios. Por isso, medidas simples continuam sendo fundamentais para conter o avanço da doença, como manter a vacinação em dia, higienizar as mãos com frequência e evitar ambientes fechados e com pouca ventilação.

Em Mato Grosso do Sul, autoridades de saúde monitoram de perto a situação e não descartam a intensificação de campanhas de conscientização nas próximas semanas. A recomendação é clara: ao apresentar sintomas como febre, tosse, dor no corpo e dificuldade para respirar, a população deve procurar atendimento médico o quanto antes.

O momento é de cautela. Embora a influenza seja uma doença comum, seu impacto pode ser severo quando associado a quadros mais graves, como a SRAG. A resposta rápida da população e o acompanhamento contínuo dos órgãos de saúde serão determinantes para evitar um cenário mais crítico nos próximos meses.