Saúde
Falta de sono atinge maioria dos adolescentes e acende alerta para saúde
24 MAR 2026 • POR Glenda Melo • 13h50Dormir mal tem se tornado uma realidade cada vez mais comum entre adolescentes e os números preocupam. Um levantamento recente com milhares de jovens revelou que a maioria não está dormindo o suficiente, situação que pode trazer consequências sérias para a saúde física e mental.
Especialistas alertam que o problema vai muito além do simples cansaço. O sono é uma função essencial do organismo, tão importante quanto se alimentar bem ou respirar. É durante esse período que o corpo realiza processos fundamentais para o equilíbrio do organismo.
Enquanto dormimos, o nosso corpo trabalha intensamente:
Recupera células
Regula hormônios
Fortalece o metabolismo
Organiza informações e aprendizado
Na fase da adolescência, esse cuidado precisa ser ainda maior. O período é marcado por mudanças intensas no corpo e no cérebro, e a falta de descanso adequado pode impactar diretamente o desenvolvimento. Alterações de humor, dificuldade de concentração e até o aumento do risco de problemas emocionais estão entre os efeitos mais comuns.
Entre os hábitos que mais prejudicam o sono, o uso do celular antes de dormir aparece como um dos principais responsáveis.
A exposição à luz da tela e o estímulo constante das redes sociais e aplicativos fazem com que o cérebro permaneça em estado de alerta, dificultando o relaxamento necessário para iniciar o sono. Além disso, outros comportamentos também contribuem para noites mal dormidas, como:
Consumo de bebidas com cafeína no período noturno
Prática de atividades intensas à noite
Falta de horários regulares para dormir e acordar
Dormir menos do que o necessário pode desencadear uma série de problemas, como dificuldade de aprendizado, irritabilidade e até alterações hormonais. Em casos mais graves, a privação de sono pode aumentar o risco de transtornos como ansiedade e depressão.
O alerta está dado: manter uma rotina de sono equilibrada é essencial, especialmente na juventude. Pequenas mudanças no dia a dia já podem fazer grande diferença na qualidade de vida.
