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Policia

Idoso é preso preventivamente suspeito de abusar sexualmente de três netas

Prisão foi decretada após três boletins de ocorrência registrados em 2025 e 2026 e cumprida por equipe da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente.

12 FEV 2026 • POR do idest • 15h09
  (Divulgação Polícia Civil)

A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul (PCMS), por meio da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), cumpriu na manhã de quinta-feira (12) um mandado de prisão preventiva contra um homem de 63 anos investigado por estupro de vulnerável contra três netas de consideração, que eram crianças à época dos fatos, em contexto familiar, em Campo Grande.

Prisão preventiva após três registros

Segundo a PCMS, a prisão foi decretada pelo Poder Judiciário após a formalização de três boletins de ocorrência distintos, registrados em 2025 e 2026, que apontam o mesmo investigado como suspeito de abusos sexuais contra as meninas.

A corporação informou que a representação pela prisão preventiva considerou a gravidade das denúncias, a reiteração dos fatos e a necessidade de proteção das vítimas e de garantia da ordem pública.

Mandado foi cumprido na Vila Romana

De acordo com a Depca, o mandado foi cumprido no bairro Vila Romana, na residência do investigado, onde, ainda conforme a polícia, havia também um ponto de pregação religiosa utilizado por ele para atuar como pastor evangélico.

Durante a ação, um aparelho de telefone celular foi apreendido e, segundo a PCMS, será submetido à análise pericial para buscar elementos complementares de prova.

Enquadramento e preservação das vítimas

O homem foi levado à Depca para formalização do cumprimento do mandado. A PCMS informou que a conduta é enquadrada no artigo 217-A do Código Penal, com incidência do artigo 226, inciso II, em razão da relação de autoridade familiar sobre as vítimas.

Após os procedimentos, o preso deverá ser encaminhado ao sistema prisional e permanecerá à disposição da Justiça. A polícia afirmou que a identificação das vítimas é preservada conforme a legislação de proteção integral de crianças e adolescentes.