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Saúde

Após hemodiálise 3 vezes por semana e 400 km de viagem, menina recebe transplante de rim com apenas

Helloysa da Silva Martins estava em hemodiálise desde julho de 2025 e viajava três vezes por semana a Campo Grande; operação ocorreu em 9 de janeiro.

26 JAN 2026 • POR do idest • 09h11
  divulgação

Helloysa da Silva Martins, de 8 anos, moradora de Douradina, recebeu um transplante de rim em Belo Horizonte após cerca de dois meses na fila nacional de espera, segundo relato da família. Antes do procedimento, ela fazia hemodiálise três vezes por semana em Campo Grande, a aproximadamente 400 quilômetros de distância, e o transplante foi realizado em 9 de janeiro de 2026.

Da fila nacional ao transplante

A menina entrou na fila nacional de transplantes em novembro de 2025. A família informou que um órgão compatível foi identificado em aproximadamente dois meses, após autorização para doação.

O deslocamento para Minas Gerais ocorreu após a mãe, Rosângela da Silva Martins, receber a notícia por telefone na madrugada de 8 de janeiro. O transporte e o tratamento foram custeados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), conforme o texto original.

Rotina de tratamento em Campo Grande

De acordo com o relato, Helloysa era acompanhada desde os 3 anos por hipertensão arterial grave. Com a progressão para doença renal crônica em estágio cinco, passou a depender de hemodiálise a partir de julho de 2025.

Antes do transplante, ela viajava com a mãe cerca de 400 quilômetros, três vezes por semana, para realizar as sessões em Campo Grande e retornar a Douradina.

(Foto: Divulgação)

Viagem com escolta após acidente na rodovia

No trajeto para Belo Horizonte, houve um acidente na rodovia, e o veículo em que a criança estava precisou de escolta da Polícia Rodoviária Federal (PRF), segundo a família, devido ao tempo reduzido para o transplante quando surge um doador compatível.

Rosângela afirmou que, após a cirurgia, a filha voltou a se alimentar, andar e urinar, e que a família seguirá o acompanhamento médico indicado.

Acompanhamento em Minas Gerais e monitoramento posterior

Nos próximos meses, Helloysa permanecerá em Belo Horizonte sob acompanhamento médico. Depois de liberada pela equipe transplantadora, o monitoramento será alternado entre Campo Grande e a capital mineira, conforme informado no texto original.

Segundo a família, entre os planos da menina após a recuperação está tomar banho de piscina, o que não era possível durante a rotina de hemodiálise. Reportagem completa no Campo Grande News, no link.