Operação revela cofres na parede com drogas usadas como 'reserva de valor' por grupo criminoso
Ação da Polícia Civil cumpriu dois mandados de prisão, conduziu quatro suspeitos e sequestrou imóvel utilizado pela quadrilha.
11 DEZ 2025 • POR do Idest, com ifnormações do G1MS • 09h10A Polícia Civil de Maracaju deflagrou na manhã de ontem quarta-feira (10) a Operação Casa Bomba II, que revelou o uso de cofres embutidos na parede para armazenamento de drogas utilizadas como “reserva de valor” por uma organização criminosa envolvida no tráfico local. A ação é um desdobramento de uma apreensão realizada em 9 de julho deste ano.
Ação integrada reúne diversas forças policiais
A operação contou com apoio aéreo do helicóptero do 15º Batalhão da Polícia Militar, Grupamento Aéreo (CGPA), além de equipes da Polícia Civil de Rio Brilhante, Batalhão de Choque e Canil do 11º BPM.
Cofres eram usados para esconder droga avaliada em R$ 120 mil
Segundo a investigação, a quadrilha escondia entorpecentes em cofres embutidos dentro da parede de um imóvel adquirido com recursos do tráfico. A droga apreendida em julho — avaliada em cerca de R$ 120 mil — funcionava como uma espécie de reserva financeira mantida pela organização.
(Foto: Divulgação Polícia Civil)
A partir do flagrante, a Polícia Civil iniciou as apurações e identificou os responsáveis pela comercialização de drogas na cidade. Com as provas reunidas, o delegado representou ao Judiciário pela prisão preventiva dos envolvidos e pelo sequestro do imóvel utilizado pelo grupo.
Mandados cumpridos e suspeitos conduzidos
Durante a operação desta quarta-feira, equipes cumpriram dois mandados de prisão contra os líderes da organização criminosa. Outras quatro pessoas foram conduzidas, após serem encontradas com porções de drogas.
Sequestro do imóvel asfixia financeiramente o grupo
A Polícia Civil classificou a ação como bem-sucedida, destacando que, além da captura dos investigados, houve asfixia financeira da quadrilha com o sequestro do imóvel adquirido de forma ilegal, que passa agora à tutela do Estado.
As investigações continuam.
