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PMA autua proprietário em Sonora por uso de fogo ilegal três dias após início da Operação Focus

Ação integrada com Imasul reforça combate a queimadas e registra autuações em Sonora e Paranaíba nas primeiras 48 horas da operação.

8 AGO 2025 • POR do idest • 15h29
  divulgação pma

A Polícia Militar Ambiental autuou um proprietário rural em Sonora por uso indevido do fogo sem autorização ambiental, apenas três dias após o início da Operação Focus, deflagrada para intensificar o combate a queimadas ilegais em Mato Grosso do Sul.

Autuação em Sonora

Na quinta-feira (7), a equipe da PMA de Coxim foi acionada pelo Comando de Policiamento Ambiental após a detecção de focos de calor na zona rural de Sonora. No local, os policiais constataram cinco leiras de vegetação queimadas, já em fase final, com vestígios de cinzas e fumaça. O responsável foi autuado administrativamente e orientado sobre a legislação ambiental vigente, diante do uso do fogo sem a devida autorização.

Caso registrado em Paranaíba

No dia anterior (6), a equipe da PMA de Aparecida do Taboado atendeu a um alerta do sistema de monitoramento do Comando de Policiamento Ambiental para a zona rural de Paranaíba. Foram constatadas atividades de corte de árvores nativas isoladas (CANI) e queima de material lenhoso disposto em fileiras, sem licença ambiental. O proprietário será multado em R$ 300 por hectare desmatado e R$ 3 mil por hectare queimado ilegalmente. As áreas serão medidas com base no Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Operação Focus e resultados iniciais

Deflagrada em 4 de agosto e com término previsto para 31 de dezembro de 2025, a Operação Focus é um esforço conjunto entre a PMA e o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul). O objetivo é identificar e responsabilizar infratores por queimadas ilegais e incêndios florestais, além de reduzir o tempo de resposta a ocorrências ambientais.

(Foto: Divulgação PMA)

De janeiro a julho deste ano, o setor de geoprocessamento do Imasul registrou cerca de 500 ocorrências de queimadas no estado. A operação busca gerar efeito inibitório para os próximos anos e otimizar a atuação dos órgãos envolvidos por meio do intercâmbio de dados e uso de inteligência geográfica.