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ECONOMIA

Escolas estaduais de MS recebem placas solares e projetos de energia ampliam economia

Instalação de placas solares e parcerias público-privadas impulsionam economia e sustentabilidade em escolas públicas do Mato Grosso do Sul.

22 JUL 2025 • POR (Idest) • 08h54
  (Álvaro Rezende)

O Governo do Mato Grosso do Sul tem ampliado a adoção de energia solar na Rede Estadual de Ensino, com a instalação de placas fotovoltaicas em 40 escolas de 19 cidades, incluindo Campo Grande. A iniciativa faz parte do programa de modernização e sustentabilidade das unidades escolares, que também contempla reformas estruturais e outras melhorias.
Desde 2023, foram investidos quase R$ 5 milhões na instalação de placas solares em escolas estaduais. Entre as cidades contempladas estão Dourados, Maracaju, Corumbá, Anastácio, Três Lagoas, Água Clara, Amambai, Antônio João, entre outras. A Escola Estadual Amando de Oliveira, localizada em Campo Grande, é uma das unidades beneficiadas pela iniciativa.
Resultados em economia e sustentabilidade
Segundo a Secretaria de Estado de Educação (SED), as reformas buscam oferecer infraestrutura moderna e de qualidade, além de promover sustentabilidade e redução de custos. O secretário estadual de Educação, Hélio Daher, destacou que a instalação de placas solares, antes restrita a escolas rurais, agora também abrange escolas urbanas.
Parcerias público-privadas ampliam geração de energia limpa
Além das instalações diretas nas escolas, o Estado adotou uma Parceria Público-Privada (PPP) de energia solar fotovoltaica, sob gerenciamento da Secretaria de Administração (SAD). Desde outubro de 2024, a PPP é administrada pela SAD e operada pela empresa HCC Energia Solar, com previsão de duração de 23 anos.
Impacto nas contas públicas e metas para 2025
Desde janeiro de 2025, 183 escolas estaduais registraram redução média de 40% na conta de luz, com compensação energética iniciada em dezembro de 2024. A energia é gerada por usinas fotovoltaicas localizadas em Iguatemi, Mundo Novo e, futuramente, em Nova Andradina, Rochedo e Corguinho. O objetivo é conectar 100% dos prédios públicos estaduais elegíveis até 2025, atingindo capacidade de geração de mais de 25 mil MWh anuais, o suficiente para abastecer 1.400 prédios públicos.
Compromisso com sustentabilidade e eficiência
O secretário estadual de Administração, Frederico Felini, afirmou que o projeto já atende mais de 183 prédios públicos, sobretudo escolas, e prevê a conexão de até 826 unidades até o final do ano. A meta é consolidar o Mato Grosso do Sul como referência em gestão energética e sustentabilidade, com foco na neutralização das emissões de carbono até 2030. (Idest)