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Policia

Quatro pessoas são presas por arremessar drogas e celulares na Penitenciária da Máxima

Grupo usava estilingue para lançar entorpecentes, celulares e carregadores no interior do presídio em Campo Grande.

3 MAI 2025 • POR do idest • 11h14
  (Henrique Kawaminami/CGNews)

Quatro pessoas foram presas na noite de sexta-feira (2) após serem flagradas arremessando drogas, celulares e carregadores para dentro do Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, a “Máxima”, em Campo Grande. O grupo utilizava um estilingue para lançar os objetos para dentro da unidade penal.

Grupo foi flagrado durante a ação

Conforme o boletim de ocorrência, por volta das 21h30, policiais penais acionaram o 9º Batalhão da Polícia Militar após perceberem o arremesso de entorpecentes e aparelhos no interior da penitenciária. Os militares iniciaram diligências e localizaram um veículo Gol branco no cruzamento das ruas Piraputanga e Jandaia, no Bairro Jardim Noroeste.

Ao lado do carro estava Gabriel Medeiros, de 36 anos, segurando um estilingue e uma esfera contendo maconha. Ao se aproximarem, os policiais visualizaram mais dois homens em um terreno à frente, cada um com uma sacola, e uma mulher sentada no banco do motorista do veículo.

Material apreendido

Durante a abordagem, foram encontrados diversos materiais com os suspeitos. Com Adelson Pires Pereira, de 29 anos, estavam uma sacola com 11 esferas de maconha e 10 carregadores de celular. Já com Valdir Oliveira dos Santos, de 23 anos, havia outras 10 esferas da droga e nove carregadores.

Dentro do veículo, os policiais localizaram ainda mais porções de entorpecente e sete carregadores. A mulher identificada como Karolina Juliana Martins, de 29 anos, afirmou ter sido contratada para realizar a corrida, embora soubesse que os passageiros transportavam drogas e equipamentos eletrônicos.

Confissão e prisão do grupo

Os três homens confirmaram que estavam realizando os lançamentos a mando de um interno da penitenciária, com quem mantinham contato por meio do aplicativo WhatsApp, mas alegaram não saber sua identidade.

Todos os envolvidos foram presos em flagrante e encaminhados à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol, onde o caso foi registrado.