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Cultura

Orgulhos Coxinenses

25 ABR 2025 • POR Glenda Melo • 09h16

Marcelo Mariano

Natural de Campo Grande, Marcelo Mariano é bailarino, ator, coreógrafo e professor de Educação Física. Desde 1986, constrói uma trajetória sólida nas artes cênicas e na dança, com ampla atuação em cursos e oficinas pelo país, buscando constante formação com nomes reconhecidos da área.
No Rio de Janeiro, estudou com mestres como Fábio de Melo (dança contemporânea), Ana Botafogo (ballet clássico), Malu Contrim (direção teatral), Domingos de Oliveira (teatro), Clóvis Levi (UFMS) e Marcelo Misailidis (dança moderna). Em São Paulo, teve passagem por importantes companhias como Ballet Stagium e Ballet Cisne Negro, além de aulas com Roseli Rodrigues (jazz). Em Minas Gerais, trabalhou com Dudude Hermann, Mário Nascimento e a Putz Companhia Teatral.
Em Campo Grande, coreografou para o Ballet Só Dança Auxiliadora e foi bailarino do Ballet Isadora Duncan, com direção de Neide Garrido. Atuou no Grupo Literathos em 2008 (projeto Letras de Luz – Fundação Victor Civita, SESC Horto e Prefeitura Municipal) e co-dirigiu, ao lado de Marcelo Leite, a peça Crônicas com o Grupo Fulano di Tal. Também foi professor de teatro e dança na rede pública municipal (Semed–Ceac) entre 2008 e 2010.
Entre 2009 e 2012, Marcelo se destacou em Coxim como professor e coreógrafo do Ballet Sandramaria. Dirigiu e produziu peças como Na rodagem dos tocos (Wagner Rondora, 2010), Vestido de Noiva (Nelson Rodrigues, UFMS-Campus Coxim, 2011) e O Julgamento (autoria própria, 2012), com alunos da rede pública. Com essas montagens, conquistou prêmios no projeto FETRAN – Festival Temático de Teatro para Educação no Trânsito, ligado à Polícia Rodoviária Federal e ao Detran-MS. Em 2013, representou o estado em Brasília com três peças premiadas nas categorias infantil, infantojuvenil e juvenil.
Marcelo atuou como diretor teatral do FETRAN de 2010 a 2016, colaborando com escolas municipais e estaduais de Campo Grande e Coxim. Em 2015, fundou o projeto Pantart – Pantaneiros da Arte, grupo municipal de artes cênicas de Coxim, onde também lecionou teatro e dança.
Desde 2016, dirige o Estúdio de Artes Marcelo Mariano, onde ministra aulas de ballet clássico, dança contemporânea, jazz, danças de salão e teatro para todas as idades. O estúdio realiza anualmente seu festival de fim de ano, sempre muito aguardado pelo público de Coxim.
Entre os espetáculos apresentados estão: O Pequeno Príncipe (2016), com mais de 110 bailarinos da comunidade coxinense; Infinito Ser, com a Y Cia de Dança; Malévola (2017); Alice no País da Música (2018), que levou o público a uma viagem por diferentes épocas musicais; e Meu Brasil Brasileiro (2019), uma homenagem à diversidade cultural do país, reunindo 80 bailarinos de Coxim, Sonora e do projeto social Pé no Chão do GAAM.
Marcelo Mariano segue como referência e inspiração, não só pela sua vasta experiência, mas por sua dedicação à arte e ao desenvolvimento de novos talentos em Mato Grosso do Sul.

 

 

 

 

Os violeiros de Coxim

Ademir Aparecido batista Ikeda e Ademar Aparecido Batista Ikeda, popularmente conhecidos como "Os violeiros de Coxim",nascidos e criados nessa cidade do Pé de Cedro a 45 anos iniciamos nossa jornada musical ambos ,aos 12 anos de idade mais ou menos nos anos de 1991 tendo como referência e fonte de inspiração Zezé de Camargo e Luciano, dentre outros sertanejos.
 Vindos de família humilde eles se viravam como podiam sem muito luxo.
 Estão na estrada musical a 33 anos levando o valor e a boa música raiz de vários cantores que marcaram a sua época.
 Quem quiser conhecer a Dupla e ouvir uma boa moda de viola caipira os meninos sempre estão no famoso Zé tombado, próximo a Senzala.
 Filhos e netos  de pescadores, carregam as raízes coxinenses no coração.
A viola caipira entrou na  vida dos violeiros aos 12  anos, quando ouviram pela primeira vez já tiveram a certeza de que era isso que queriam.