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Para os políticos sair de cena é a hora dolorosa

26 FEV 2021 • POR • 17h20

 

 FOLCLORE:  Presidente Jânio Quadros e seus bilhetinhos. Certa vez ele usou o telex do gabinete para enviar um ‘memorando’ a um de seus ministros, recebendo a seguinte resposta: “Prezado colega, não há mais ninguém aqui”.  Incontinente Jânio respondeu: “Obrigado, colega, Jânio Quadros”.   E do outro lado alguém arrematou com fina ironia: “De nada, às ordens. John Kennedy...”.

1-ASSEMBLEIA:  Deputado Lucas de Lima (SOL); autor de projeto priorizando   a tramitação dos procedimentos investigatórios de crimes contra crianças e adolescentes. Deputado capitão Contar (PSL); repudiou a falsa imunização do Covid por agentes públicos; pede maior divulgação dos gastos do Fundersul e reforçou as normas contra a corrupção.  Deputado Marçal Filho; atento a obra da rua cel Ponciano em Dourados e liberação de recursos para a saúde douradense; propõe campanha de prevenção do desaparecimento de crianças e adolescentes.

OPINIÃO: Mesmo após o desastre nas urnas em 2020, inclusive na capital, o deputado Marcio Fernandes acredita que o MDB será influente em 2022. Na análise do escudeiro  fiel de Puccinelli também não são levados em conta  inclusive a idade e o desgaste do ex-governador emedebista pelas suas prisões  e escândalos que renderam manchetes.

O DEPUTADO mira talvez para o próprio umbigo da reeleição, ignorando  a perda de espaço do MDB em todos os níveis de representação. Além do mais houve o natural envelhecimento das lideranças atingidas pelo peso dos janeiros – temerosas  da pandemia, alimentada nos abraços e aglomerações imprescindíveis na política.

HERÁCLITO  lembrava que ‘nada é permanente, exceto a mudança’.  O ex-ministro Carlos Marum por exemplo, próximo de completar 60 anos, estaria refazendo os planos de vida e elegendo novas prioridades. Feliz com a qualidade de vida atual, não estaria disposto a participar como candidato das eleições de 2022. Sem substituto à altura. - CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS