Governo anuncia programa social e pactua metas com ONU
9 OUT 2015 • POR • 12h50O governador Reinaldo Azambuja, a vice-governadora e secretária de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), Rose Modesto, e o presidente do órgão que reúne os países de Língua Portuguesa na Organização das Nações Unidas – ONU, Wagner Santiago, assinam termo de cooperação hoje (9), na Sala de Reuniões da Governadoria, para parceria no cumprimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU por meio da execução do Programa Rede Solidária, cuja primeira fase, Unidade Ruth Cardoso, será lançada no dia 13 de novembro na Capital e terá a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Esta é a primeira iniciativa em Mato Grosso do Sul, e uma das pioneiras no Brasil, de trabalho pactuado com a ONU para alcançar as metas dos ODS geridas por um só programa de governo. Entre os dias 25 e 27 de setembro, 193 líderes mundiais firmaram durante a Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque, uma agenda global com os 17 ODS, que devem ser implantados por todos os países do mundo durante os próximos 15 anos.
Entre os objetivos estão: acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares; acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição, e promover a agricultura sustentável; garantir educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizado ao longo da vida para todos; promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo, e trabalho decente para todos.
Nesta linha, o Programa Rede Solidária traz como concepção básica do trabalho, a proteção social das pessoas em vulnerabilidade e risco social, articulado, compartilhado e integrado. Na ocasião de assinatura de termo com a ONU será apresentado à imprensa o novo programa de governo conduzido pela Sedhast e que está em implantação no Bairro Dom Antônio Barbosa, região sul da Capital. Dentre as sete regiões da capital sul-mato-grossense, esta é a que mais sofre com a vulnerabilidade social e violência. O bairro abriga uma área de favela, segundo o IBGE (2010), e está localizado em frente ao lixão da cidade. É lá também que existe a menor renda per capita da cidade: R$ 332,65, segundo o Anuário Perfil Socioeconômico de Campo Grande (2014). (Notícias MS)
