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Operação com helicóptero prende em média duas pessoas por dia no Centro

17 JUN 2024 • POR CGNews • 17h46
  (Divulgação/PMMS)

Com uso de helicóptero, “Operação Gatuno” conduziu duas pessoas em média por dia para delegacia, com suspeita de praticar crimes no Centro de Campo Grande. Conforme informado, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul iniciou os serviços no dia 1º de junho com o objetivo de coibir furtos na região central da Capital. Na semana passada, entidade que representa o comércio havia cobrado a volta do motopatrulhamento.

O coronel Emerson de Almeida explicou ao Campo Grande News que nesta segunda-feira (17) a PM ainda está recebendo os dados da operação deste final de semana, por isso ainda não é possível detalhar o motivo de cada condução.

Em resumo apresentado, o coronel informa que em 16 dias as equipes abordaram 1.936 pessoas. Durante esse tempo também foram apreendidas várias porções pequenas de drogas. Ao todo 41 suspeitos foram levados à delegacia.

“Nesse período de 16 dias, foram encontradas 11 pessoas com mandado de prisão. Chama atenção a quantidade de pessoas no centro que estão foragidas do sistema prisional, que podem vir a cometer delitos na região”, destaca o coronel Emerson de Almeida.

Nos bairros - Além da região central, a PM e o Choque foram até os bairros Tiradentes e Moreninhas durante a realização da “Operação Saturação”. A ação durou três dias, iniciou na sexta-feira (14) e prosseguiu durante o final de semana.

Durante as rondas realizadas foram encontradas três pessoas que estavam com mandado de prisão em aberto. Ao todo, nove pessoas foram conduzidas para a delegacia da Polícia Civil.

Entre as situações encontradas enquanto a operação era realizada, a PM atendeu a ocorrência de nas Moreninhas II. No local os policiais encontraram um homem no chão com vários cortes na cabeça. Testemunhas relataram que a vítima havia sido agredida por várias pessoas.

Desorientado e com falas desconexas, o homem foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado até uma unidade de saúde. Além da PM, também estiveram no local investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).