Temer rejeita “remédios amargos” e defende corte de despesas
10 SET 2015 • POR • 10h28O vice-presidente Michel Temer disse na terça-feira (8) que o governo tem que evitar “remédios amargos” para a saída da crise econômica. “Temos que evitar remédios amargos. Temos que verificar, se for possível, simplesmente cortar despesas, a tendência é esta. Quando se fala em remédios amargos, tem de ser o menor dos remédios amargos”, disse ele.
Na segunda-feira (7), a presidente Dilma Rousseff afirmou, em mensagem gravada para as redes sociais, que alguns remédios para a situação atual podem ser “amargos”, mas são indispensáveis. “As medidas que estamos tomando são necessárias para por a casa em ordem e reduzir a inflação, por exemplo,”, declarou a presidente.
Temer afirmou que defende o corte de despesas sem maiores aumentos de tributos. Temer informou, no entanto, que também tratou no Palácio do Jaburu, sobre uma possível mudança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto que incide sobre combustíveis, como forma de aumentar a arrecadação da União e dos estados. (Agência Brasil)
