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Governo lança o projeto “Direitos Humanos vai à Escola”

18 AGO 2015 • POR • 09h50

A Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), em busca de uma maior aproximação dos jovens com o tema Direitos Humanos, lançam hoje (18), o projeto “Direitos Humanos vai à Escola”, no Auditório Germano de Barros, do Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo.
Para a vice-governadora e secretária da Sedhast, Rose Modesto, essa é uma oportunidade que o Estado tem para propagar ainda mais as informações sobre o tema. “Nós enquanto Estado estabelecido, temos a missão de levar aos nossos jovens informações e ações que impactem diretamente nos seus direitos e deveres políticos e sociais como os inseridos na política dos Direitos Humanos”, pontuou.
Desta forma, o projeto vai levar informações sobre questões raciais, violência contra mulher, violência doméstica, homofobia, entre outros. A Sedhast reúne pastas como Subsecretaria da Juventude, da Mulher, da Igualdade Racial e Indígena; além de Superintendências como Assistência Social e Direitos Humanos – esta, responsável pelo projeto.
Em toda a Rede Estadual de Ensino, de acordo com o Censo Escolar 2014, do Ministério da Educação, dos mais de 250 mil alunos matriculados, 218 mil pertencem aos Ensinos Fundamental e Médio. Capitaneado pela Superintendência de Direitos Humanos da Sedhast, o foco do projeto está na realização de ações informativas sobre Direitos Humanos aos alunos do 6º ao 9º do Ensino Fundamental e do 1º ao 3º ano do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino. Para cada escola, assunto específico será abordado de acordo com a necessidade previamente levantada.
De acordo com Ana Lucia Américo, superintendente de Direitos Humanos da Sedhast, o projeto irá abranger todo o estado de Mato Grosso do Sul. “Vamos iniciar pela Capital, mas nosso objetivo é o de atingir as escolas de todo o Estado. Além de estabelecermos o primeiro contato com a comunidade escolar, vamos retornar posteriormente em cada uma delas para o acompanhamento permanente e eficaz das ações”, ressaltou. (Notícias MS)