Empresária explica que não quis vender terreno e por isso vizinhos a perseguem
4 AGO 2015 • POR Ana Flávia Dorsa • 08h35Adair Ferreira da Silva procurou a redação do Jornal Diário do Estado para esclarecer as denuncias realizada contra sua empresa, Casa dos Para-Choque, denunciadas por seu vizinho em matéria jornalística publicada no dia 31 de julho. O problema surgiu em 2010 e segundo a empresária, todas as exigências municipais da vigilância desde o período foram atendidas.
“Eu não tenho nada contra os meus vizinhos. Eles estão com uma implicância e perseguição, devido ao fato de eu não querer vender meu imóvel para eles. Não tenho interesse de vender aquilo que eu conquistei com sacrifício e que é o ganha pão da minha família. Eles estão sujando a minha imagem desta maneira, mandando imprensa, polícia me fazerem constantes visitas”.
Adair apresenta com orgulho seu alvará de localização e funcionamento expedido pela Prefeitura Municipal, seu certificado de vistoria emitido pelo Estado de Mato Grosso do Sul e sua certidão de conformidade assinado por arquiteto na época responsável pelos projetos e planejamento urbano da Prefeitura de Coxim. Ela ainda afirma que paga em dia seus impostos e já deu entrada no Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) para retirar a licença ambiental e está confiante que toda a sua parte foi feita quanto as exigências necessárias para continuar trabalhando.
“Gastei muito dinheiro fazendo todas as adequações, nunca trabalho fora do horário conforme foi dito e também tenho local adequado para depositar resíduos e água com produtos. Eles estão mentindo à respeito do meu trabalho, vive me expondo, tirando foto por cima do meu muro, na frente da minha empresa, na verdade são eles que perturbam o meu sossego” reclama a empresária.
Adair alega que o vizinho e sua esposa estão mentindo, e que eles querem apenas lhe prejudicar pelo fato de não abrir mão do local. Durante muitos anos eles foram nossos clientes, já concertamos o carro deles, eles eram nossos amigos, porém quando me separei, e não aceitei realizar a venda, mas comprei a parte do meu marido, eles decidiram me perseguir.
“Eu não devo nada, estou tranqüila, a vigilância já foi lá, não encontrou nada, lavo o terreno, porém a água vai para a rua por que no local não tem esgoto, infelizmente. Isso não é culpa minha e sim do município. Ela também lava a calçada e também inunda lá na frente, nem por isso eu me incomodo. Tenho duas fossas para resíduos, tenho estufa adequada, estou totalmente regular”
Adair explica que nunca ofendeu o casal vizinho, e que espera que este problema se encerre com a decisão da justiça na qual ela confia, mediante toda a documentação já apresentada.
