Crítica: ‘Jogos Mortais X’ refresca a engrenagem cansada da franquia
4 OUT 2023 • POR (Murilo Rocha) • 09h16O retorno da franquia “Jogos Mortais” veio e com força, estreando no final de setembro e com muita expectativa, já que seria o grande retorno de Jigsaw, desde o último longa em 2017, com Tobin Bell como John Kramer. É verdade, em 2021 tivemos um spin-off, fraquíssimo e que mal podemos chamar de parte da franquia oficial, chamado de “Espiral”. Em 2010 foi anunciado que o encerramento do slasher policial aconteceria com o seu sétimo filme. Depois, com a popularização de reboots e remakes de clássicos, era hora de ‘jogar mais um jogo’. Por isso, o décimo filme veio carregado de expectativas: Primeiro com o anúncio de que seria uma história direta da franquia. Segundo, dois personagens clássicos estão de volta: Kramer e Amanda (Shawnee Smith), sua fiel e amada discípula que morreu no terceiro filme ao perder a cabeça e não jogar conforme as regras. Muito se perguntou como isso iria acontecer, mas o bom do universo do terror é que sempre existem lacunas que podemos preencher com novas histórias. Veja “Premonição”: O último filme lançado faz par com o primeiro e assim o ciclo se mostra ainda mais abrangente, já que tudo pode ser colocado e ninguém morre de fato em um mundo. Basta um pouco de imaginação. Pois bem, “Jogos Mortais X” é um retorno grandioso da franquia, promissor, mas apresenta mecânicas cansativas que deixa a desejar em alguns pontos.
