Escola de Rio Verde está entre as 10 finalistas do Festival de Cinema das Escolas Estaduais de MS
6 SET 2023 • POR (Redação) • 08h54Com o título “Fim do Mundo é Nosso” a Escola Estadual Thamaz Barbosa Rangel, de Rio Verde de Mato Grosso, está entre os 10 curtas selecionados pelo juri técnico que disputarão a fase final do I Festival de Cinema das Escolas Estaduais de MS – Prêmio “Joel Pizzini”. A Secretaria de Estado de Educação (SED) divulgou a lista dos finalistas nesta terça-feira (05). Os filmes serão exibidos na tarde de premiação no dia 18 de outubro, das 14 às 17h, no Museu da Imagem e do Som, em Campo Grande. Em sua primeira edição, com caráter competitivo, o Festival objetiva se tornar um espaço de formação, criação, e incentivo à cultura e produção audiovisual dos alunos matriculados na Rede Estadual de Ensino. O lançamento do Festival aconteceu no dia 8 de maio, no Museu da Imagem e do Som, localizado no 3º andar do prédio da FCMS, na avenida Fernando Correa da Costa, 559, no centro de Campo Grande. Na ocasião foi exibido o filme: “500 almas” de Joel Pizzini. No dia 30 de agosto todos os trabalhos foram submetidos as regras e avalição do corpo de jurados, composto por profissionais renomados da área audiovisual sul-mato-grossense, a saber: Alexandre Sogabe, Lidiane Lima, Rodolfo Ikeda, Carlos Diehl e Francielle Gadotti. O evento é realizado pelo Núcleo de Arte e Cultura (NUAC), em parceria com o Museu da Imagem do Som (MIS), com apoio cultural da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania (Setescc), por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), Fundação de Desporto e Lazer de MS (Fundesporte) e Rede Educativa de Rádio e TV. De acordo com o gestor do NUAC, Fábio Germano da Silva, o I Festival de Cinema das Escolas Estaduais de MS é mais uma ação que possibilita o exercício da criação artística e participação coletiva dos nossos alunos, com o intuito de provocar discussões acerca de temas de relevância com foco na educação. Sobre a proposta desenvolvida pelos estudantes, Germano explica, “o tema escolhido foi o meio ambiente onde os alunos puderam compor seus roteiros e discorrer suas histórias de modo criativo e original embasados pela pesquisa, e especial atenção as questões mais urgentes e reais que envolvem o tema proposto”. Reforçando a importância do I Festival de Cinema para o Estado, o diretor, roteirista, produtor audiovisual e cultural, Rodolfo Ikeda, pontua, “creio que ações como este Festival de Cinema fomentam o audiovisual local de forma ampla, de modo que as novas gerações possam perceber que é possível produzir cinema e audiovisual dos mais diversos modos, com as novas tecnologias e diferentes lugares, modos de fazer e pensar”. O homenageado desta edição, o cineasta Joel Pizzini salienta a magnitude do Festival, “estou contente de nomear esse prêmio, é uma proposta que vem em um bom momento, na qual o cinema brasileiro começa a recuperar seu espaço e ser valorizado. Quero testemunhar essa nova geração de autores e que seja a primeira de uma série de ações, visando a recuperação do circuito cinematográfico no nosso Estado. Sendo uma forma de estreitamento do cinema e a educação. Além de todo um aspecto simbólico de ser homenageado em vida”.
