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MS sedia oficina que discute os desafios do Programa Saúde na Escola

24 AGO 2023 • POR (Kamilla Ratier, SES) • 09h29
  Divulgação/SES

Os Ministérios da Saúde e Educação, em parceria com a SES (Secretaria de Estado de Saúde) e SED (Secretaria de Estado de Educação), iniciou ontem quarta (23) "Oficina Intersetorial e Regional sobre o Programa Saúde na Escola: Desafios para Promoção da Saúde" – etapa Centro-Oeste, em Campo Grande.
O evento que segue ainda hoje, acontece no Centro de Formação Mariluce Bittar, tem como objetivo formar GTI (Grupo de Trabalho Intersetorial) com foco no PSE (Programa Saúde na Escola). O encontro contará com a presença de coordenadores e referências estaduais do PSE do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Para a gerente da Saúde da Criança e do Adolescente da SES, Cristiana Schulz, durante a oficina, além das equipes adquirirem novos conhecimentos por conta da troca de informações, o grupo também favorece o desenvolvimento de novas habilidades e competências.
“Nesse sentido, o alcance dos objetivos e sucesso do PSE com a criação dos GTIs trará mais resultados em uma nova área, criando uma sinergia que nos impulsiona para frente, a realizar tarefas complexas, e poder atingi-las com êxito”.
A construção de GTIs é uma estratégia centrada na gestão compartilhada, em ações coletivas de planejamento e execução, de forma a atender às necessidades e às demandas locais. O trabalho no GTI pressupõe a interação com troca de saberes, de poderes e de afetos entre profissionais da Saúde e da Educação, estudantes, comunidade escolar e demais redes sociais. 
Entre os desafios que ditam as diretrizes do programa está o uso de estratégias pedagógicas coerentes com a produção de educação e saúde integral, fundamental para produzir autocuidado, autonomia e participação dos escolares de acordo com a idade em que se encontram. Além da possibilidade de atuar na identificação precoce e oportuna de problemas de saúde, no desenvolvimento e aprendizagem, na construção de estratégias articuladas que evitem a medicalização das dificuldades escolares e, também, na melhora do diálogo entre as partes envolvidas, através de capacitações específicas.