Delegada fala sobre atentado contra família de Coxim
15 JUL 2015 • POR Redação • 10h09Pela terceira vez uma família de Coxim sofreu um atentado à sua residência. Na primeira e na segunda oportunidade foram utilizadas bombas que foram jogadas contra a casa, já na terceira que ocorreu no domingo (12), foram disparados três tiros contra o muro de vidro da residência que fica localizada no bairro Flávio Garcia.
A família da vítima foi muito atenciosa com nossa equipe de reportagem, mas não quis dar nenhum detalhe sobre os acontecimentos, informando apenas que confia no trabalho da polícia e aguardará o resultado das investigações. Sem se abater, trabalho e vida da família seguem normal com as atividades diárias.
A polícia civil está empenhada nos três casos que foram registrados e conta com o auxílio das câmeras de segurança e de testemunhas para esclarecer os fatos. Segundo a delegada Silvia Elaine Girardi Menck os episódios podem não ter relação.
“No mês de maio a família sofreu o primeiro atentado à bomba, tínhamos suspeitos, mas não testemunhas oculares. No segundo, os vizinhos viram o veículo utilizado no crime e o autor saindo depressa do local dos fatos. Com as informações, a Polícia Civil prendeu em seguida em flagrante delito, Roberto Softov que foi autuado por explosão de artefato em residência. Mediante pagamento de fiança, foi liberado para responder em liberdade. Porém neste domingo a família foi alvo novamente, desta vez a residência foi alvejada com três disparos de arma de fogo. Agora a investigação deste último caso segue em segredo de justiça, justamente para preservar as vítimas, as testemunhas e para assim alcançarmos êxito. Não podemos afirmar que este último fato tem ligação com os outros, estamos trabalhando para chegar à conclusão. Seria irresponsabilidade fazermos essa ligação neste momento”, explicou Silvia com exclusividade ao Diário do Estado.
A delegada alegou que está aguardando um relatório dos investigadores com o nome dos suspeitos para dar o próximo passo no caso, conforme algumas hipóteses que são prevista pelo código de processo penal. Segundo Silvia, desde abril a família já vinha registrando boletins de ocorrência de ameaça e de perturbação da tranquilidade.
