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CBF cria comitê de gestão de crises

4 JUN 2015 • POR Extra • 07h57

Com a imagem manchada pela prisão do ex-presidente José Maria Marin e de olho nos próximos acontecimentos que virão, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) instituiu um comitê de gestão de crise para acompanhar o desenrolar da crise no futebol mundial e se preparar para alguma outra denúncia que possa atingí-la.

Os encontros reúnem a alta cúpula e não têm hora para iniciar e tampouco acabar, podem até varar a madruga. Nos últimos dias, discutiu-se temas como a sucessão de Joseph Blatter, o texto da Medida Provisória do Futebol e o avanço das investigações da Polícia Federal.

Como consequência ante a diversidade dos temas, os clubes da Série A foram convocados para participar de uma reunião na segunda. Na próxima quinta, uma Assembleia Geral Extraordiária reunirá os presidentes de federações.

 Walter Feldman, secretário- geral da CBF, afirmou que a pauta do encontro com os clubes será monopolizada pela discussão do texto da MP e do fair play. Mas é fato também que Marco Polo del Nero dará explicações sobre as suspeitas de participação no esquema de corrupção da Fifa que recaem sobre ele.

— Não estamos num momento calmo, mas estamos trabalhando de forma atenta — ponderou Feldman .

Na quarta, a “ESPN” informou que o filho de Jérôme Valcke trabalha na CBF. O fato não foi negado por ele:

— Não foi uma recomendação política. Ele não chegou com Q.I (quem indica).