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PMA de Coxim autua empresas catarinense e gaúcha em R$ 31 mil por transporte ilegal de madeira

31 MAI 2022 • POR Redação • 15h36
  Divulgação Polícia Militar

Duas empresas transportadoras, respectivamente, com domicílio jurídico em Itajaí (SC) e Pelotas (RS) foram autuadas administrativamente pela PMA, por transporte ilegal de madeira. Os Policiais Militares Ambientais de Coxim foram acionados ontem (30), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) do posto da BR-163, naquela cidade, que reteve dois caminhões tractor, marca Scania com reboques e semi-reboques acoplados, carregados de madeira nativa serrada, com suspeita que estaria sendo transportada ilegalmente.

A PMA deslocou-se ao posto da PRF e juntamente com os Policiais Rodoviários, realizaram a cubagem e verificaram que o veículo, que fazia o percurso entre Sinop (MT), onde fora carregado, para a cidade de Itajaí (SC), transportava madeira em excesso ao que constava na nota fiscal e na documentação ambiental. Os Policiais Militares Ambientais cubaram a madeira que perfez 41,55 m³ de madeira serrada das espécies Cambara e Itaúba em cortes de Viga, Caibro, Sarrafo, Pranchão e Bloco e o Documento de Origem Florestal (DOF-GF3) constava apenas 33,48 m³, havendo excesso de 8,06 m³, ou seja, em desacordo com a documentação apresentada. A PMA autuou a empresa administrativamente e aplicou multa de R$ 12.465,00.

O Segundo veículo fora carregado em Juína (MT) e realizaria o transporte até a cidade de Pelotas (RS), também transportava madeira em excesso ao que constava na nota fiscal e na documentação ambiental. Os Policiais Militares Ambientais cubaram a madeira que perfez 62,38 m³ de madeira serrada das espécies Cedrinho em corte de Viga, Vigota, Caibro, Sarrafo, Prancha e Tábua e o Documento de Origem Florestal (DOF-GF3) constava apenas 56,83 m³, havendo excesso de 5,55 m³, ou seja, em desacordo com a documentação apresentada. A PMA autuou a empresa administrativamente e aplicou multa de R$ 18.696,00.

Os veículos e as madeiras foram apreendidos pela PRF, que confeccionou um Termo Circunstanciado da Ocorrência (TCO). Os responsáveis pela transportadora também responderão por crime ambiental e poderão pegar pena de seis meses a um ano de detenção. As multas confeccionadas pela equipe da Polícia Militar Ambiental contra as empresas que somaram o valor de R$ R$ 31.161,00 serão julgadas pelo órgão ambiental estadual (Imasul).