Pesquisa aponta jornal como meio de comunicação mais confiável
16 ABR 2015 • POR Ana Flávia Dorsa/Secom • 09h38Uma pesquisa divulgada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (SECOM) apontou que os jornais ainda continuam como os meios de comunicação mais confiáveis na opinião dos brasileiros. Em relação às notícias, 58% dos leitores disseram confiar sempre ou muitas vezes no que lêem em jornais, seguidos pelos telespectadores (TV) e ouvintes (rádios), respectivamente, com 54% e 52%.
A maioria dos brasileiros continuam consumindo esse meio de comunicação da maneira tradicional: 79% dos leitores o fazem no formato impresso e apenas uma parcela de 10% migrou para o formato digital e 4% usam as duas plataformas.
O estudo fez um comparativo de confiança entre as mídias tradicionais e as novas mídias. Em valores médios, 52% disseram confiar sempre ou muitas vezes nas notícias de mídias tradicionais como jornais e revistas. O percentual de confiabilidade diminui quando os entrevistados citam as mídias eletrônicas. Em valores médios, 27% disseram confiar sempre ou muitas vezes nas notícias em sites, blogs e redes sociais.
Entre os cadernos mais lidos pelos entrevistados estão os de cidade, notícias locais e cotidiano (28%), esportes (24%), notícias policiais (16%), política brasileira (14%), classificados (12%), cultura e lazer (10%) e economia brasileira (10%).
Os dias preferidos para o consumo de jornais são 2ª e 4ª feira, quando, respectivamente, 48% e 45% dos entrevistados disseram ler jornais. O final de semana concentra os dias com menor intensidade de leitura: sábado, com 35%, e domingo, com 39%.
Os jornais têm uma característica diferenciada em relação aos hábitos dos leitores, pois, o grau de atenção durante a leitura é alto. De acordo com a pesquisa, 50% dos leitores de jornais não fazem outra atividade enquanto lêem.
A pesquisa também buscou informações sobre a compra de jornais e mostrou que 58% os adquirem em bancas, enquanto apenas 13% são assinantes regulares. Os jornais distribuídos de forma gratuita somam 8% e outros 20% preferem ler de outra pessoa ou em bibliotecas e no trabalho.
