Especialista alerta que a dor nas costas não deve ser ignorada
26 NOV 2021 • POR Assessoria -Time Comunicação • 07h40Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), oito em cada dez pessoas irá sofrer, pelo menos uma vez na vida, com dores na região lombar. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 5,4 milhões de brasileiros têm algum problema na coluna vertebral. A médica anestesiologista Fernanda Torraca, especialista em dor que mora em São Paulo, e atende duas vezes na semana em Campo Grande, destaca que na maioria das vezes a causa está relacionada à má postura.
Isso significa que a forma que você se senta, deita-se, abaixa ou carrega algum peso pode desencadeá-la. “Frequentemente, recebo reclamações de lombalgia em meu consultório, mais conhecida como dor nas costas. Ela nada mais é do que uma dor na região lombar. Outros fatores que podem gerar essa dor são inflamações, artrose, trauma, contratura muscular e até hérnia de disco.”
Torraca explica que a lombalgia aparece de duas formas, podendo ser aguda ou crônica. “No primeiro caso, a dor está presente há menos de 3 meses. Já a crônica ocorre quando os sintomas permanecem por um período superior a 3 meses. Ambas podem ser constantes, e afetam pacientes jovens e idosos, sendo necessário acompanhamento médico e tratamento individualizado.”
Durante a pandemia, as queixas de dor na lombar aumentaram significativamente nos consultórios. Esse fato é atribuído principalmente ao isolamento social, falta de atividade física e home office. “As pessoas tiveram que adaptar suas casas e escritórios, sem cadeiras e mesas apropriadas para isso, esquecendo-se da ergonomia”.
A médica ainda frisa que, quando a lombalgia está associada à febre, perda de sensibilidade ou força nas pernas súbita ou dificuldade para urinar, é necessária atenção médica urgente. “É importante lembrar que a dor nas costas pode interferir nas atividades cotidianas, seja em casa ou no trabalho, e o diagnóstico preciso é fundamental para recuperar a qualidade de vida e bem-estar do paciente”, esclarece Dra. Fernanda.
Mais informações: Fone (67) 3382-5484- 98102-0002.
