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Municípios têm até hoje para aderirem ao programa de irurgias eletivas e exames

3 SET 2021 • POR Rodson Lima, SES • 08h00
  SES

O Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado de Saúde, abre credenciamento para os municípios ao projeto de incentivo estadual destinado à Caravana da Saúde, que nesta etapa traz duas modalidades: Opera MS que reúne 94 rol de procedimentos cirúrgicos e o Examina MS com 66 tipos de exames de média e alta complexidade.  Nesta sexta-feira (3), é o último prazo para os 79 municípios aderir ao Projeto. Objetivo é reduzir a fila de espera de cirurgias e exames que deixaram de ser realizados devido à pandemia de covid-19.
Para o programa, o Governo do Estado reservou R$ 80 milhões, sendo R$ 60 milhões para as cirurgias eletivas para o exercício de 2021 e 2022 e mais R$ 20 milhões para realização de exames de média e alta complexidade para exercício de 2021. O retorno das cirurgias eletivas ocorrerá de forma gradativa e organizada, conforme a capacidade operacional de cada unidade hospitalar e região de saúde, não deixando de priorizar o atendimento de urgência e emergência, como também aos casos da COVID-19.
O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, explica que a retomada do programa é de suma importante pois evita que as cirurgias eletivas se tornem de urgência nos pacientes que aguardam pelas cirurgias e acelera no diagnóstico por meio da realização de exames. “Com a melhora do quadro da pandemia, nós precisamos dar vazão a esses procedimentos a curtíssimo prazo sob pena de se agravar cada vez mais o estado de saúde da nossa gente”.
Os municípios poderão fazer a adesão por meio de suas Secretarias Municipais de Saúde, juntamente com os estabelecimentos de saúde contratualizados/contratados pelo SUS, apresentando proposta dos procedimentos disponibilizados, por meio do preenchimento da “Declaração de Adesão” assinada pelo gestor municipal e o diretor (a) de cada unidade hospitalar e unidade executora.

Retorno seguro
Os Hospitais que retomarem as atividades cirúrgicas eletivas devem adotar práticas diferenciadas para cada etapa do tratamento cirúrgico, considerando questões de atendimento específicas à COVID-19 e a demanda reprimida da programação cirúrgica.