Coxim comemora hoje dia do padroeiro São José
19 MAR 2015 • POR Carlos Pires • 08h13Desde segunda-feira (16) iniciaram-se em Coxim as comemorações da 76ª Festa de São José, padroeiro da cidade com extensa programação religiosa. Na terça-feira (17) foi celebrada missa em louvor as pastorais, movimentos e comunidades na Catedral São José. Na quarta-feira (18) foi celebrada missa da unidade aos padres, religiosos e leigos da diocese.
Hoje, feriado municipal em Coxim, haverá o encerramento da programação religiosa com a missa em louvor a São José.
No dia 07 aconteceu um jantar italiano com show de banda ao vivo. No dia 13 aconteceu um jantar com bingo e hoje será servido um delicioso churrasco a partir das 12h no Salão da Catedral São José. Amanhã foi decretado ponto facultativo às repartições públicas e o comércio, os bancos e os correios devem abrir normalmente nos seus horários normais de expediente.
Breve História
José nasceu provavelmente em Belém, o pai se chamava Jacó e parece que ele foi o terceiro de seis irmãos. A tradição nos passa a figura do jovem José como um rapaz de muito talento e de temperamento humilde, manso e devoto.
José era um carpinteiro que morava em Nazaré. Com a idade de mais ou menos 30 anos foi convocado pelos sacerdotes do templo, com outros solteiros da tribo de David, para se casar. Quando chegaram ao templo, os sacerdotes colocaram sobre cada um dos pretendentes um ramo e comunicaram que a Virgem Maria de Nazaré teria se casado com aquele em que o ramo se desenvolvesse e começasse a germinar.
Maria, com a idade de 14 anos, foi dada em casamento a José, todavia ela continuou a morar na casa da família em Nazaré da Galiléia ainda por um ano, que era o tempo pedido pelos Hebreus, entre o período do casamento e a entrada na casa do esposo. Foi ali, naquele lugar, que Maria recebeu o anúncio do Anjo do Senhor e aceitou ser a mãe de Jesus Cristo, o Salvador.
Após uma intensa vida de trabalho e de sacrifício sempre perto a sua esposa, José morreu pouco antes que seu filho iniciasse a predicação. Não viu a paixão de Jesus, provavelmente porque não teria podido suportar a atroz dor da crucificação do Filho tanto amado.
