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Convenção do MDB confirma Mochi como presidente da sigla

17 DEZ 2019 • POR Midiamax • 09h00
  Arquivo, Midiamax

Ser opção de ‘bom senso’ em meio a um cenário político de extremos é o plano do MDB para as próximas eleições. Ao assumir a presidência do partido em MS em convenção no domingo (15), o ex-deputado estadual Júnior Mochi adiantou que a meta é lançar de 40 a 50 candidatos a prefeito nos municípios sul-mato-grossenses em 2019.
Em Campo Grande, a intenção é emplacar ao menos cinco vereadores na Câmara Municipal. O MDB também não esconde o projeto de retomar o Governo do Estado em 2022. Na convenção, delegados partidários votam para escolher o novo diretório, que contou com chapa de consenso.
O ex-governador André Puccinelli e o ex-deputado estadual Junior Mochi fecharam os discursos políticos realizados  na convenção do MDB, em Campo Grande, e que definiu a passagem do comando da legenda de André para Mochi. Suas falas foram marcadas por críticas a gestão Reinaldo Azambuja (PSDB).
Penúltimo a tomar a fala, Puccinelli, assinalou que o partido busca retornar ao poder no Estado em 2022 e vê o resultado eleitoral de 2020 como estratégico. Em seguida, ele elencou os motivos para a sigla querer voltar ao comando do Estado.
“O MDB quer retornar em 2022 para que o HR (Hospital Regional) funcione e não mate pacientes, para que não feche escolas. Quando o MDB governou o povo era mais feliz por que havia gestão, comando e disciplina, e não havia roubalheira”, disparou André, que prosseguiu em discurso acalorado para os emedebistas.
Ele ainda conclamou a militância emedebista a buscar eleger o máximo de vereadores e prefeitos possíveis para o MDB – Mochi já havia dito que a intenção é lançar até 50 nomes para a prefeitura em 2020, e eleger cinco vereadores em Campo Grande. “Vamos ressurgir como a fênix”, prometeu André.