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Com trabalho prisional, dez empresas de MS conquistam selo de responsabilidade social do Ministério

28 MAR 2019 • POR A Crítica • 10h30
  Divulgação

Com o objetivo de promover o reconhecimento público de empresas e organizações que dão oportunidade a mão de obra de pessoas privadas de liberdade, cumpridores de penas alternativas à prisão e egressos do sistema prisional, o Ministério da Justiça e Segurança Pública concede o ‘Selo Resgata’, uma certificação de responsabilidade social que serve como marketing em nível nacional e, até mesmo, internacional.
Lançada em novembro de 2017, a concessão é anual e busca estimular novas parcerias, proporcionando visibilidade às organizações que colaboram com a reintegração de presos ao mercado profissional e à sociedade, já que o trabalho é considerado uma das formas mais eficientes para construção da cidadania e de uma nova identidade à pessoa presa.
 para construção da cidadania e de uma nova identidade à pessoa presa. Divulgação feita este mês pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) aponta que em todo o Brasil 198 empresas atenderam aos requisitos exigidos pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e conquistaram o Resgata. A escolha não é automática, sendo necessário aos interessados se inscreverem para a seleção e, após análise de critérios objetivos pelo Depen, conquistarem a certificação.
No Estado, dez empresas e instituições públicas foram contempladas este ano com o selo, três a mais que em 2018, primeira edição da seleção. Juntas elas empregam 498 detentos que atuam dentro ou fora do ambiente prisional. Há casos em que as oficinas estão instaladas em unidade prisional e, em outros, custodiados trabalham fora do ambiente carcerário durante o dia e retornam ao estabelecimento penal ao final do expediente, conforme autorização judicial.