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MP vai instaurar procedimento para investigar denúncia de maus tratos em cão

1 NOV 2018 • POR Cesar Rodrigues • 09h20
  Reprodução

O MPE (Ministério Público Estadual) vai instaurar procedimento jurídico para investigar responsabilidades e denúncia de maus tratos no caso do cachorro que estava sendo “comido vivo” por larvas no Parque União, em Chapadão do Sul. O animal foi recolhido por funcionários do Canil Municipal e já deve ter sido submetido a procedimento de assepsia no que sobrou da orelha direita para impedir a entrada de bactérias e prevenir infecções. A Promotora Dra Fernanda Azambuja não adiantou detalhes das medidas que tomará no primeiro caso rumoroso de maus tratos neste ano no município. Apesar das políticas públicas para tirar cães das ruas ainda não terem saido do papel a cidade tem centenas de pessoas que amam estes animais e não toleram este tipo violência.    

CANIL MUNICIPAL - De positivo neste caso fica o destaque para a direção do Canil Municipal que prontamente recolheu o animal ao ser informado sobre a gravidade da denúncia. Ele receberá um   tratamento digno, será medicado e levará alguns meses para estar em boas condições de adoção, caso sobreviva. O assunto também foi encaminhado às autoridades do município  (Ministério Público) que deverão agir de acordo com a lei para casos de maus tratos à animais.  

CHIP EM CÃES - A pedido da direção da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores o site chapadensenews.com.br colocou no ar uma enquete sobre a possibilidade de colocação de chips em cães em Chapadão do Sul. A pergunta é “Você é favorável à colocação de chips em todos os cães em Chapadão do Sul? O sim ganhou e o assunto deverá ser novamente discutido em 2019. Isso possibilitaria a identificação rápida dos donos.
 

CASTRAÇÃO - Este processo de evitar a proliferação de cães em Chapadão do Sul através da castração já é lei municipal, mas não saiu do papel. Foi feito um amplo debate na Câmara de vereadores, discutida a utilização do CastraMóvel, mutirão etc, mas nada aconteceu até o momento. A implantação de políticas públicas para livrar as ruas de cães e manter os animais somente para que adota a “posse responsável” é uma meta que ainda precisa ser buscada. Um cachorro sendo “comido vivo” torna-se perigoso vetor de transmissão de inúmeras doenças às pessoas.