capitania fluvial do pantanal
Capitania Fluvial do Pantanal realizou mais de 100 atendimentos
30 OUT 2018 • POR Assessoria • 08h34Equipe da Capitania Fluvial do Pantanal (CFPN) - órgão responsável pela navegação nos rios de Mato Grosso do Sul - esteve em Coxim realizando orientações, vistorias de embarcações e atendimento à população.
Foram realizadas 30 abordagens, 76 atendimentos ao público, 29 processos dentre inscrições de embarcações, transferências de propriedade e de jurisdição, renovações de Arrais Amador e Carteira de Inscrição e Registro (CIR), além de 28 notificações por irregularidades.
As ações fazem parte da Operação Navegue com Segurança no Pantanal, explica o suboficial Queiroz, supervisor do Tráfego Aquaviário da Capitania Fluvial do Pantanal. "Fizemos também três vistorias em embarcações de grande porte que estão se regularizando para se tornarem embarcações de transporte de passageiros; e regularizamos a situação de uma draga", disse Queiroz.
O atendimento ao público foi realizado na Colônia de Pescadores Profissionais Z-2 Rondon Pacheco, já as ações de fiscalização ocorreram nos rios Coxim e Taquari; foram também distribuídas cartilhas sobre segurança na navegação. A ação teve apoio da Prefeitura de Coxim, da Polícia Militar Ambiental (PMA) e do 5º Subgrupamento Independente do Corpo de Bombeiros (5ºSGBM Ind).
O objetivo da Capitania Fluvial do Pantanal, disse Queiroz, é a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana e a prevenção da poluição ambiental. "Orientamos as pessoas mas também notificamos, pois algumas não sabem ou persistem em utilizar embarcações motorizadas sem estarem habilitados ou sem o colete salva-vidas devidamente ajustado ao corpo, e sem a embarcação estar devidamente registrada na Capitania".
"Algumas pessoas confundem o registro da embarcação com a nota fiscal de compra. Não é isso. A embarcação precisa estar registrada e o condutor devidamente habilitado pela Marinha do Brasil. Nas embarcações motorizadas as pessoas devem estar com colete ajustado ao corpo e com o dispositivo de segurança (STOP) preso ao corpo. Manobras radicais com barcos são proibidas. e pode se caracterizar crime previsto do código penal no artigo 132 do CP da Lei 2848/40", alerta ele.
Os interessados em obter mais informações para regularizar a situação devem entrar em contato pelo fone 3231-6444 ou pelo site www.dpc.mar.mil.br ou cfpn.mar.mil.br e se informar.
