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tortura de animais

11 de setembro foi marcado por tortura de pássaro em Chapadão do Sul

13 SET 2018 • POR Cesar Rodrigues • 09h10

O “11 de Setembro” tornou-se sinônimo de data  macabra no mundo após o ataque terrorista que derrubou as duas torres gêmeas entre Nova York e Manhatan em 2001, nos Estado Unidos. Cerca de três mil pessoas morreram no atentado que - de certa forma - mudou o mundo para pior. Coincidentemente a terça-feira, o 11 de setembro de 2018, em Chapadão do Sul, foi marcada por uma crueldade contra animal sem precedentes no município. Um inofensivo Bem-te-vi foi crucificado - aparentemente - vivo com pregos que perfuraram as extremidades das asas e o cravaram na casca de uma árvore.  Especialistas em temas ligados ao espiritismo também opinaram e não descartaram a realização de “trabalhos” de oferendas para prejudicar um desafeto. Alheia à questões  ligadas a crime ambiental ou religiosa a Polícia Militar foi ao local para prender alguém ou tentar entender o significado de tamanha  maldade contra um animal tão belo.
 

OFERENDA PARA O MAL 
Sobre o assunto a cantora Valéria Assmann, fiscal Federal de Umbamda e Candomblé em Chapadão do Sul, advertiu que o fato pode ser interpretado pelo viés  de um grave crime ambiental passível de cadeia ou alguma oferenda preparada para prejudicar alguém . Segundo ela as duas possibilidades caracterizam a maldade de sacrificar o animal de forma tão cruel saem necessidade. Destacou que o candomblé não admite estas práticas, mas  não são raros encontros com animais como cabritos e frangos despachados em esquinas de grande cidades.  

“CRUXIFICAÇÃO TORTURA”
 - Já a Polícia Militar deslocou uma guarnição para acompanhar o caso onde testemunhas protestavam contra o crime praticado na rua Paraná (Sibipiruna). Pode ter sido um ato isolado de algum moleque cujos os pais esqueceram de ensinar-lhe boas práticas, assustar alguém ou mandar “um recado” de forma subentendida. O Boletim de Ocorrência destacou um tipo de crucificação, porém numa árvore. Ninguém sabe informar a autoria e a região não possui câmeras de segurança. Resta contra com a possibilidade do surgimento de alguma testemunha.
Moradores de Chapadão do Sul convivem bem com animais e muitas pessoas oferecem alimentos a pássaros. Eles acabam ficando mansos e são fáceis de serem capturados como bem-ti-vi pregado possivelmente vivo numa árvore. Com requintes de crueldade. Quem maltrata um cão, pássaro ou outro animal não terá dó de ferir um ser humano.

FALTA DE SENSO HUMANITÁRIO  
Moradores de Chapadão do Sul  convivem bem com animais e muitas pessoas oferecem alimentos a pássaros. Eles acabam ficando mansos e são fáceis de serem capturados como bem-ti-vi pregado possivelmente vivo numa árvore. Com requintes de crueldade. Quem maltrata um cão, pássaro ou outro animal não terá dó de ferir um ser humano.
(Cesar Rodrigues)