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SGO notifica caso de Chikungunya e previsões para Coxim são ruins

7 NOV 2014 • POR Ana Flávia Dorsa • 14h00

Mais um caso de febre Chikungunya foi notificado em Mato Grosso do Sul, somando agora 13 casos notificados da doença no Estado. Do total de suspeitas, um caso foi confirmado, quatro descartados e os outros oito estão em investigação.
O secretário de saúde de Coxim, Rogério Souto em entrevista especial à nossa reportagem disse que desconhecia os casos no MS, mas disse que a chegada da doença na cidade é apenas uma questão de tempo. Tal previsão se aproxima da realidade uma vez que a febre foi apontada em um paciente de São Gabriel do Oeste. 
Conforme o levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes Aegypti em Coxim, a média de infestação é de 1,6. Acima de 3,9 a situação é considerada de risco de epidemia. O secretário informou que Coxim registrou uma queda de infestação, mas que o bairro Santa Maria é que puxa os índices negativamente. “A cada 100 casas neste bairro, dez possui infestação do mosquito transmissor”, aponta Souto. 
A preocupação da Secretaria Estadual de Saúde (SES) é com o avanço do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue. Móveis velhos, pneus e água parada são alguns dos ambientes que facilitam a formação de criadouros de mosquitos que transmitem as duas doenças.
Manter o terreno limpo é uma das estratégias para evitar focos da dengue e chikungunya. Uma pessoa pode contrair as duas doenças ao mesmo tempo. Os sintomas são parecidos, ms o tratamento é diferente. A febre chikungunya pode ser tratada com anti-inflamatório, já no caso da dengue, a pessoa não pode tomar remédio.