VIOLAÇÃO de túmulos segue misteriosa em Chapadão do Sul
1 FEV 2018 • POR Cesar Rodrigues e Fontes Policiais • 11h51Segue misteriosa a autoria da violação de túmulos no Cemitério Municipal de Chapadão do Sul. Em 2013 vários objetos de bronze colocados para ornamentar jazigos e túmulos foram furtados no Cemitério Municipal de Chapadão do Sul. A onda de furtos revoltou os parentes de pessoas sepultadas no local e repercutiu nos órgãos de segurança como Polícia Militar, Civil e na Câmara de Vereadores. Já a prisão de Leonardo Pereira Rocha, em São Paulo, revelou mais um hábito macabro relacionado à invasão de cemitérios para o furto de ossos que são moídos e misturados ao crack para dar composição e rendimento à droga.
Em Chapadão do Sul os atos de vandalismo sem precedentes no município com a violação de túmulos é investigado. Pelo menos três foram depredados e são objetos de análise dos investigadores. Há vários casos até de ações macabras envolvendo este tipo de ataque como em Coxim onde uma mulher chegou a ser desenterrada em 2003 por Odair Juvino Batista (40) conhecido por “Pantera” para a prática de necrofilia (relação sexual com cadáver). Ele foi encontrado morto com várias perfurações na cabeça em 2015. O caso teve repercussão internacional
FURTOS / CRACK
- Já os crimes praticados em 2013 em Chapadão do Sul foram atribuídos à usuários de drogas que furtavam o material de Bronze e trocavam por pedras de crack em bocas de fumo ou vendiam para receptadores. Na época foi sugerido um guarda para zelar pela segurança do local e evitar o vandalismo.
FALTA DE RESPEITO
- Uma mãe que passou pelo sofrimento extremo de enterrar o filho no Cemitério Municipal destacou que o local, que deveria ser de descanso eterno, ainda causa dores de cabeça e aflição aos parentes. Alheios à sentimentalidade alheia ladrões e vândalos não respeitam nem os mortos. As investidas são sempre feitas à noite, encobertas pela escuridão. O caso não é novo e há relatos do consumo de drogas e á prática de sexo no cemitério Municipal de Chapadão do Sul.
OSSO MOIDO NO CRACK
- A polícia de São Paulo prendeu um jovem, de 22 anos, acusado de roubar ossos e sepulturas em cemitérios da capital. Com ele foram encontrados ossos humanos. Leonardo Pereira Rocha disse que “moía os ossos e depois fumava”. Furtava ossos do Cemitério Santo Amaro, moia e fumava como se fosse crack porque, segundo ele, fazia o mesmo efeito na mente. Quando foi preso, o jovem carregava um saco de lixo com diversos ossos e quatro crânios humanos.
