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Prefeito reconhece deficiência da saúde e pede voto para Azambuja que se comprometeu com a causa

16 OUT 2014 • POR Ana Flávia Dorsa • 09h19

Em pronunciamento durante reunião política em Coxim, realizada na terça-feira (14) às 19hs na Toca do Rato, o prefeito Aluízio São José (PSB) reconheceu que a saúde municipal não vai bem e com isso pede apoio da população para votar em Reinaldo Azambuja (PSDB) para o governo estadual, pois o candidato tucano teria feito um compromisso de ajudar a saúde regionalizando os atendimentos.
O gestor afirma que não tem conseguido transformar o Hospital Regional em um Hospital preparado como os da capital. Segundo ele, Azambuja colocará mais especialidades para atender Coxim e não mais ambulâncias para levar as pessoas para Campo Grande. 
Aluízio também falou das barreiras legislativas que impedem a industrialização de Coxim e que o candidato ao governo se comprometeu a lutar para que haja uma mudança neste quadro, para que o município tenha a liberdade de bater na porta das grandes indústrias para apontar a cidade como potencial e mostrar que aqui tem pessoas trabalhadoras. 
Eleições 2014 - O resultado das eleições segundo o prefeito, mostrou que Aécio Neves, candidato à presidência da república e Reinaldo ocuparam posições de destaque e por isso o PSB foi chamado à tomar uma decisão, assumir uma nova postura e decidir o caminho que iria seguir. O que pesou segundo o gestor foi o comportamento e a lisura dos candidatos, assim como a história dos candidatos, principalmente aqueles que não têm nomes ligados a desvios públicos.
“Preferimos perder as eleições dizendo a verdade. O partido adversário desconstruiu a imagem de um partido que tem tradição na liberdade do país, mentindo sobre as pessoas que desejavam governar o Brasil e conseguiram acabando com a candidatura da Marina Silva. Não respeitaram nem a memória de Eduardo Campo que está no céu. Estas são as características de um governo que não quer mais sair do poder”, desabafa o prefeito.  
Para finalizar Aluízio disse estar preocupado com futuro da nação e que não quer voltar a lutar por liberdade democrática. “Quero que meu filho tenha a liberdade de votar, de criticar os políticos, oportunidades que meus pais não tiveram”.