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Órgãos ambientais apresentam plano para uso de recursos hídricos do Pantanal

22 NOV 2017 • POR Fabio Pellegrini • 08h22

Reunião pública ocorrida na noite de segunda-feira (20), no Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação (SIMTED), apresentou à população local e instituições regionais o Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica do Paraguai (PRH Paraguai), que compreende a Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai, onde estão localizados o Pantanal e o município de Coxim.
Já na manhã de ontem aconteceu a oficina regional participativa com representantes de diversos segmentos da sociedade civil organizada e poder público. As próximas reuniões e oficinas acontecem ainda em Bonito, Corumbá, Cuiabá, Cáceres e Rondonópolis.
O PRH é um instrumento de planejamento e funciona como balizador ao definir ações estratégicas em recursos hídricos para as regiões. O objetivo do Plano é propor ações e metas para minimizar conflitos potenciais ou existentes pelo uso da água, tendo em vista os múltiplos interesses dos usuários, do poder público e da sociedade civil organizada.
O evento é realizado pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA, por meio da Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Recursos Hídricos – CNRH, a Agência Nacional de Águas – ANA, os governos dos Estados de Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso e o Grupo de Acompanhamento (GAP) da Elaboração do Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica do Paraguai (PRH Paraguai).
Nilo Peçanha, coordenador-geral do Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Rio Taquari (COINTA) fala da participação da comunidade regional: “Estamos na segunda audiência pública, que apresenta as metas e mais de 70 ações previstas. O plano de ações é para serem executado em um horizonte de 15 anos. Este trabalho começou há dois anos, com acompanhamento do GAP, que envolve cerca de 40 instituições com o envolvimento da sociedade com um todo”.
Rosana, especialista em recursos hídricos da Agência Nacional de Águas, conta que o objetivo aqui é colher informações para sugerir quais ações que já estão propostas no plano devem ser prioritárias. O plano dá orientações para os órgãos gestores estaduais, para a própria ANA (Agência Nacional de Águas), e também pra sociedade civil, para os usuários”.
Greice Agência Nacional de Águas ressalta que é muito importante da participação de toda sociedade envolvida a cidade que vive na bacia, para que conheça o que está sendo feito o documento, as proposta que estão sendo apresentadas para que eles possam participar no sentido de trazer suas vivências, suas experiências para que possa contribui neste documento que é deles.