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Terça-feira | 28 de Setembro de 2021
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REVIRAVOLTA:  A decisão do Senado em manter o critério ( fim das coligações)  de 2020 fará candidatos desistirem de mudar de partido. Indo para uma sigla forte correm  o risco, mesmo com boa votação, de perderem por não atingirem o quociente eleitoral. Os partidos de aluguel perderão a força de – pendurados em partidos maiores – formarem alianças de ocasião.

SURPRESA: Após a alegria pela aprovação da matéria na Câmara, veio a bordoada com a derrota no Senado. Aqui no Estado, pretendentes ao pleito de 2022 devem recuar e repensar a estratégia.  Afinal, seus partidos não poderão emprestar seu tempo de TV  aos candidatos a governador em troca de cargos nos governos futuros e financiamento  de campanha.

ALERTA GERAL: O impacto do fim das coligações em 2022 é tal que vale recordar: menos de 10% dos atuais deputados federais eleitos no país atingiram  o quociente eleitoral sem depender dos votos obtidos  pelo conjunto do partido ou da coligação.  E muitos partidos, se não cumprirem as metas da ‘clausula de barreira’  perderão a grana do Fundo Partidário e o tempo na TV.

PRA PENSAR: E se Bolsonaro não for candidato em 2022?  Para os observadores, a hipótese – hoje distante – não é impossível. Nesta tensão crescente dele com o STF há material para amparar condenação, inegibilidade e afastamento. O nome do ministro Tarcisio G. de Freitas da Infraestrutura teria potencial como candidato do Governo e de setores do Centro.

REFLEXO: Sobre essa possibilidade, talvez fantasiosa para muitos –  alguns políticos  experientes entendem que esse fato enfraqueceria o discurso da esquerda e do próprio ex-presidente Lula (PT). Acabaria a o antagonismo Bolsonaro e Lula,  proporcionando  o aparecimento e o fortalecimento de outros candidatos. Um exercício de especulação valido.

DETALHES: Para a oposição o ideal é Bolsonaro continuar sangrando e chegar às eleições  em condições precárias. A ausência do atual presidente tiraria o combustível do discurso petista, principalmente se o candidato adversário for  um representante da terceira via, sem nódoas no currículo. Aí o cenário eleitoral mudaria com clima para outro tipo de debate.

DEPUTADOS & AÇÕES:  Paulo Corrêa (PSDB):  recebeu a visita do embaixador do Paraguai Juan. Delgadilho em Brasília; lançou a obra impressa da Constituição de MS comentada; apresentou voto de pesar pela morte do ex-deputado Armando Anache;  José Teixeira (DEM): destacou pontos positivos do discurso do presidente Bolsonaro na ONU abordando questões do meio ambiente; presente no lançamento da edição da Constituição de MS. Lucas de Lima (Sol): é seu projeto elegendo 18 de janeiro  ( data da 1ª. vacina no MS contra Covid) como o Dia do Vacinador – a ser incluído no  Calendário Oficial de Eventos. Pedro Kemp (PT): criticou as declarações eleitoreiras do presidente Bolsonaro na ONU. Evander Vendramini  (PP): pede informações  ao Incra e Mapa sobre assentamentos de Corumbá e Ladário; pede a Marinha os exames de habilitação de embarcações em 3 distritos navais de Corumbá; atento aos gastos federais na Santa Casa de Corumbá contra o Covid 19; seu projeto proíbe consentimento de cônjuge para método contraceptivo. 

‘RED BULL’: As mulheres estão precisando do ‘energético’ previsto nas regras eleitorais para 2022. Nenhuma mulher se dispõe a disputar o Palácio do Planalto. A ex-senadora Marina Silva (Rede), candidata nas últimas 3 eleições  sumiu após o vexame de 2018 – quando recebeu só 1 milhão de votos (1%) – menos  que a votação do cabo Daciolo ( Patriota). 

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