Homem é morto e outro baleado durante investigação que apura execução de policial
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Terça-feira | 13 de Março de 2018    08h33

Homem é morto e outro baleado durante investigação que apura execução de policial

Um suspeito de 27 anos foi morto pela polícia logo após tomar a arma de outros policiais e atirar em Ponta Porã, no Sul de Mato Grosso do Sul.

Fonte: G1 MS

Um suspeito de 27 anos foi morto pela polícia logo após tomar a arma de outros policiais e atirar em Ponta Porã, no Sul de Mato Grosso do Sul. O rapaz havia sido preso durante uma força tarefa que investiga a execução do investigador Wesley Vasconcelos com 30 tiros de fuzil. O morto e outros três presos estavam numa casa suspeita de armazenar armas. Os agentes viram a movimentação suspeita no imóvel. 
Os investigadores arrombaram o portão, entraram na casa e pediram para que os suspeitos não corressem. Um deles não obedeceu, fez menção de pegar um objeto e só parou após um policial atirar. Na casa foram apreendidas dezenas de celulares de diferentes marcas, pen drives, um fuzil calibre 762, três carregadores para 30 munições cada, 1117 munições calibre 9 milímetros e 74 munições de fuzil.

 SUSPEITO BALEADO
O homem que morreu após ser baleado pelo policial levou o tiro quando estava na delegacia com o outro suspeito. Segundo a polícia, ele alegou problema de saúde e pediu que fosse algemado para frente. O pedido foi atendido e ele, então, tomou a arma do agente, deu três tiros que não acertaram ninguém, e acabou baleado por outro investigador. O homem chegou a ser socorrido ao hospital, mas não resistiu e morreu.

POLICIAL MORTO
Wesley Vasconcelos foi morto em emboscada no fim da tarde do último dia 6. Ele estava em viatura descaracterizada junto com uma estagiária da delegacia em que era lotado e havia saído para ir em casa buscar algo. O atentado foi a poucos metros da unidade policial.
O investigador foi atingido por 30 tiros. A estagiária por um de raspão e foi socorrida para o hospital da cidade , onde passou por cirurgia.
Por causa da execução, foi montada uma força tarefa com policiais de diversas delegacias de Campo Grande, sob a coordenação da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Homicídios.

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