Professor inspira novos doadores de sangue após receber doação de medula óssea
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Sexta-feira | 23 de Fevereiro de 2018    15h20

Professor inspira novos doadores de sangue após receber doação de medula óssea

Em 2015, professor Carlão foi diagnosticado com leucemia. Meses depois, teve falência total do funcionamento da medula óssea. Recuperado, ele agora se dedica a ajudar ao próximo.

Fonte: GE MS

Carlos Alberto Rezende, professor Carlão, como é conhecido já sentiu na pele o drama de precisar de doações de sangue e medula. Em 2015, ele foi diagnosticado com leucemia. Meses depois, um novo parecer médico, aplasia medular severa, que significa a falência total do funcionamento da medula óssea. Em casos assim, a cura só vem com um transplante. As chances do paciente encontrar um doador compatível são de uma em cada 100 mil pessoas.

Como grato que sou, por ele ter feito isso, sem saber ou me conhecer, é minha obrigação fazer isso pelo próximo. Minha forma de agradecer a ele [doador] e a Deus, é lutar para que mais pessoas tenham a mesma felicidade que eu estou tendo em realizar e tocar os corações das pessoas.

Há dois anos e meio, o professor leva a vida fazendo palestras em faculdades, escolas e outras instituições que defendem uma causa nobre. - A doação de sangue e o cadastramento de novos doadores de medula óssea. Olhar para o próximo e estender a mão, no caso, uma pequena quantidade de sangue que pode salvar uma vida – afirma Carlão.A meta é informar e atrair cada vez mais pessoas, para que se tornem doadores. O estudante de gestão ambiental, Rodrigo Escobar, ficou sensibilizado. - Eu nunca tinha visto um exemplo assim ao vivo, até, muito especial de verdade. E agora é agir, até, me tocou realmente – conta Rodrigo.

São Silvestre

Depois do susto, o professor Carlão retomou hábitos saudáveis, voltou a praticar atividades físicas. Em 2017, o professor Carlão levou a mensagem sobre doação de sangue para a principal prova de rua da América Latina, quando correu na São Silvestre.

Ele passou a integrar o time de atletas transplantados do Brasil e em novembro vai correr no Sul-Americano de Transplantados, na Argentina.

Torcedor Sangue Bom

O Instituto Sangue Bom já realizou mais de 200 campanhas em parceria com o Hemosul. O resultado foi de 500 a mil doações de sangue por mês.

O professor teve a felicidade de encontrar um doador compatível e é muito grato por isso. - Emocionado. Na verdade, eu entendo que a adversidade que eu vivi, de necessitar de um doador e a possibilidade para isso é uma em 100 mil, eu realmente nasci de novo. E a gente tem a noção, sentindo na própria pele, de que 5 mls de sangue, de um cidadão que eu nem conheço, salvou a minha vida.

 

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