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Mobilização alerta para as reformas do Governo Federal
Coxim

Carlos Pires              28/04/2017    09h22
foto: Ilustrativa

 

Enquanto em Brasília o Governo de Michel Temer e os deputados da sua base deixam clara a pressa para aprovar as reformas trabalhista e previdenciária, setores da sociedade civil se preparam para uma greve geral para hoje, em todo o país. 

Em Coxim o prefeito Aluízio de São José decretou ponto facultativo em apoio ao movimento contra as reformas da Previdência e Trabalhista convocando todos trabalhadores a estarem hoje a partir das 8h na rua Senador Filinto Muller, para participar do ato contra estas as reformas.

É importante destacar que as reformas que não foram sequer discutidas com a sociedade brasileira e sindicatos, portanto, todos devem se juntar ao SINSMC (Sindicato dos Servidores Municipais de Coxim), SIMTED (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Coxim), FETEMS (Federação Estadual dos Trabalhadores em Educação do MS), FESERP (Federação Sindical dos Servidores Públicos Estaduais e Municipais do Estado de MS), Sindicato dos Assalariados e Assalariadas Rurais de Coxim e Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Coxim, para entregar panfletos e adesivos mostrando a todos a fim de mostrar a verdadeira face desta reforma.  

Será a última chance de mobilização antes da votação. Vale lembrar que não se trata de um ato a favor ou contra políticos, mas sim a favor da manutenção dos direitos dos trabalhadores. A Consolidação das Leis do Trabalho foi um conjunto de regras criadas para proteger o trabalhador.

A lei que estabelece a CLT data de 1º de maio 1943, mas as normas em favor do trabalhador começam ainda no início do governo de Getúlio Vargas, nos anos 30. Entre os direitos garantidos, estão o salário mínimo, a carteira de trabalho, a jornada de oito horas, as férias remuneradas, a previdência social e o descanso semanal. A CLT regulamentou ainda o trabalho da mulher e do menor de idade e estabeleceu a obrigatoriedade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). As reformas impostas pelo governo federal são uma afronta a essas conquistas, que deixarão de existir para todos os trabalhadores.   

GREVE GERAL
Bancários, metroviários e motoristas de ônibus, professores da rede pública, petroleiros e servidores de várias regiões do país já anunciaram sua adesão à paralisação nacional. Apoiadas na orientação da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), várias lideranças da Igreja também decidiram se manifestar abertamente sobre as reformas.

Esta será a primeira manifestação contra o Governo desde que as delações da Odebrecht vieram à tona e implicaram ainda mais integrantes do primeiro escalão de Temer e o próprio presidente. Organizada pelas maiores centrais sindicais do país, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical, o ato se voltará contra o combo das reformas da Previdência e trabalhista proposto pelo Planalto. 

As manifestações contam com o apoio de movimentos de oposição ao Planalto, como a Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo. No final de março, movimentos de esquerda já haviam ido às ruas contra as reformas em todo o país, em atos que tiveram grande adesão, e que tiveram como foco as reformas e o grito de “Fora Temer”.

A nova paralisação massiva ocorrerá quase 100 anos após a primeira greve geral da história do país, ocorrida em julho de 1917 e capitaneada por organizações operárias de inspiração anarquista. Em 1996, uma greve geral contra as privatizações propostas pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso mobilizou cerca de 12 milhões de pessoas.


   
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