Chapéus Karandá presente na final da Copa América no Maracanã e em Brasília
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Quarta-feira | 10 de Julho de 2019    09h40

Chapéus Karandá presente na final da Copa América no Maracanã e em Brasília

Com o estilo country e o sertanejo universitária, este tipo de artigo pessoal tomou conta do país, fazendo com que os chapéus produzidos em Rio Verde de Mato Grosso-MS, ganhassem a simpatia de dezenas de duplas musicais.

Fonte: RVMS
Foto: Divulgação

Na última semana, durante encontro nacional das secretarias de saúde em Brasília-DF, o  Chapéus karandá  foi sucesso total e fez a cabeça de muitas pessoas presentes no evento e também esteve presente no estádio do Maracanã, na final da Copa América, onde o Brasil foi campeão, derrotando o Peru.
Com o estilo country e o sertanejo  universitária, este tipo de artigo pessoal tomou conta do país, fazendo com que os chapéus produzidos em Rio Verde de Mato Grosso-MS, ganhassem a simpatia de dezenas de duplas musicais, além é claro, de “fazer a cabeça” dos personagens e do público dos grandes encontros dos clubes de tiro de laço e nos espetáculos de rodeio realizados por todo o país. Mariano Alcarás Filho, o Dudú, e sua família chegaram Rio Verde de Mato Grosso-MS, em 2001, vindo de Poconé-MT, após uma rápida passagem por Aquidauana como vendedor, em Rio Verde, adquiriram uma pequena chácara e instalou a fábrica de chapéus Karandá, cujo nome/marca surgiu da opinião de um colaborador que associou a matéria prima da palmeira Carandá. Atuando de forma sustentável, já que a palha utilizada como matéria prima evita o desmatamento da região nordeste do Brasil e a empresa busca também a valorização da cultura pantaneira.  
Atualmente os chapéus e outros produtos com a marca Karandá como facas, selaria, Cintos, Cantil e garrafa térmica encapado com couro, erva mate, bolsas e bonés são vendidos para outros Estados da Federação, entre eles, Mato Grosso, Goiás, Rondônia, Acre, Roraima, Pará, Tocantins, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Piauí e Mato Grosso do Sul.
Inicialmente eram produzidas 200 unidades por mês, e atualmente a produção chega a 30 mil chapéus ao mês, e o faturamento, pulou de R$ 100 mil para R$ 800 mil. A fábrica hoje emprega cerca de 35 pessoas com 50 microempreendedores com distribuição terceirizada, num sistema inovativo de gestão administrativa. É o tipo mais comum, usado principalmente entre os peões pantaneiros e produtores rurais da região. 

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