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Bolsonaro escolhe deputada Tereza Cristina para Agricultura
Nomeação da presidente da Frente Parlamentar Agropecuária confirma que ministério ficará separado da pasta do Meio Ambiente

Veja              09/11/2018    08h35
foto: FPA/Divulgação

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) escolheu a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) como ministra da Agricultura do governo que se iniciará em 1º de janeiro. O nome de Tereza, a primeira mulher confirmada no primeiro escalão da equipe ministerial de Bolsonaro, foi indicado pela Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), da qual a deputada é presidente.
Como vem fazendo a cada nova escolha à Esplanada dos Ministérios, o pesselista divulgou a informação por meio de sua conta no Twitter.
A deputada é o quinto nome confirmado na Esplanada dos Ministérios do governo Jair Bolsonaro. Já haviam sido anunciados os nomes de Paulo Guedes (Economia), Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Sergio Moro (Justiça) e do general Augusto Heleno, que inicialmente era cotado para a pasta da Defesa mas informou na quarta-feira, 7, que ocupará o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI).
A escolha da deputada também mostra que Bolsonaro abriu mão de indicar à pasta um de seus mais próximos aliados durante a campanha eleitoral, o produtor rural Luiz Antônio Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista (UDR). 
Reeleita neste ano para seu segundo mandato na Câmara com 75.068 votos, quarta maior votação para deputado em Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina chegou a ser cogitada como candidata a vice-presidente na chapa Geraldo Alckmin (PSDB) quando seu partido, o DEM, declarou apoio ao tucano. Ela se filiou à legenda em dezembro de 2017, após deixar o PSB.
Tereza foi presidente da Comissão Especial da Câmara que analisou o Projeto de Lei 6.299/2002, que muda a legislação brasileira sobre os agrotóxicos. O colegiado presidido pela futura ministra da Agricultura aprovou o relatório do deputado Luiz Nishimori (PR-PR) que prevê, por exemplo, a mudança do termo “agrotóxicos” para “pesticidas”, alteração que deve facilitar o registro de produtos compostos por substâncias consideradas cancerígenas por órgãos reguladores.
Tereza Cristina também foi secretária de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo de Mato Grosso do Sul entre 2007 e 2014, nos governos de André Puccinelli (MDB), ex-governador que está preso desde julho na Operação Lama Asfáltica, que apura um esquema de corrupção em contratos do estado.  


   
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