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Milícias armadas se concentram na fronteira dos EUA com o México
Cerca de 200 civis armados já estão na região à espera de integrantes das três caravanas de migrantes centro-americanos

Veja              05/11/2018    09h20
foto: Guillermo Arias/AFP

O discurso inflamado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra as caravanas de migrantes da América Central a caminho de seu país está mobilizando milícias e vigilantes armados para a fronteira com o México. Trump chegou a acusar a presença de extremistas do Oriente Médio entre os centro-americanos como meio de instigar a reação contrária dos americanos ao ingresso dos migrantes.

O jornal Washington Post denunciou em sua edição deste domingo a presença crescente dos milicianos armados na margem norte do Rio Grande. A situação preocupa especialmente o comando da Patrulha da Fronteira, a força de segurança do governo que atua na região, segundo documento da Patrulha da Fronteira publicado pela revista Newsweek, no qual há o registro da presença de 200 milicianos.

Três caravanas de imigrantes caminham, a pé, em direção à fronteira do México com os Estados Unidos. A primeira delas saiu de San Pedro Sula, em Honduras, e as outras duas deixaram El Salvador e Guatemala posteriormente. Os migrantes fogem da falta de perspectivas em seus países e, sobretudo, da violência das gangues (maras).

Neste domingo, cerca de 5.000 migrantes hondurenhos se concentraram na cidade mexicana de Puebla, a 120 quilômetros da Cidade do México. Eles foram recebidos em seis abrigos montados pela Igreja Católica. Os anfitriões guardaram provisões por dias, à espera dos migrantes vindos do estado vizinho de Veracruz. O governo desse estado cancelou a oferta de caminhões para levá-los a Puebla, o que provocou atraso. Parte dos migrantes já está na próxima etapa da caminhada, a Cidade do México, onde todos devem se concentrar na segunda-feira.

“Estamos suprindo o Estado. O ano todo estamos recebendo migrantes e esta caravana nunca nos comunicou”, disse Gustavo Rodríguez, membro da Arquidiocese de Puebla, que tem capacidade de abrigar 4.000 pessoas.

O governo de Puebla colocou à disposição suas unidades de saúde. Paramédicos da Cruz Vermelha e médicos voluntários se somarão ao atendimento dos doentes. Os abrigos distribuíram alimentos e bebidas quentes.


   
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