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Mulher vai a Praça das Araras e fotografa “vulto misterioso”
Após atender o pedido do neto para tirarem fotos na Praça das Araras, na capital, acabou registrando algo para além do desejado.

Midiamax              25/09/2018    09h33
foto: Arquivo Pessoal

A culinarista Luciana Oliveira, de 47 anos, só queria aproveitar a noite do domingo (23) com o neto, mas acabou tendo uma surpresa que a deixou um tanto quanto assustada. Segundo ela, após atender o pedido do neto para tirarem fotos na Praça das Araras, no bairro Amabaí, acabou registrando algo para além do desejado.
“Levei meu neto a uma lanchonete e na volta ele pediu para descer na Praça das Araras. Ele pediu para que a gente tirasse fotos, então voltei no carro e peguei meu celular. E lá de cima, perto das esculturas, começamos a fazer fotos. Eu vi um vulto estranho e continuei fotografando, mas fiquei um pouco assustada e chamei meu neto para irmos para casa”, conta.
Na residência, ao postarem as fotos do domingo nas redes sociais, o neto de Luciana notou algo estranho em uma das imagens. ” Foi quando ele viu a foto e falou: nossa um fantasma. Aí é que eu fui ver direito que eu tinha fotografado o vulto que vi”, conta.
 Após publicar a imagem, Luciana recebeu dezenas de curtidas e mais de 200 comentários somente na noite de ontem. “Meu neto quase não dormiu e eu também fiquei assustada. Muita gente veio comentar comigo depois que postei, querendo saber o que eu vi. Eu não tenho certeza. Não dá pra dizer que é um fantasma, mas eu fiquei com muito medo. Espero que não seja nada e, se for, que não faça nenhum mal”, conta. 

O que pode ser?
Luciana prefere não opinar sobre o que o vulto pode ser. Um dos fotojornalistas do Jornal Midiamax, Minamar Junior, afirmou que muitas interferências podem ocasionar manchas nas fotografias, de tremidas a jogos de luzes, que podem ser confundidas com formas humanas. “Olhando assim não dá para afirmar que é algo, mas também não dá para descartar”, comenta.
De fato, há pesquisas que relacionam essas interferências em imagens a pulsos eletromagnéticos e demais episódios físicos, que eram bem mais comuns nas máquinas analógicas, já que os efeitos da luz no filme eram mais fortes.
“As máquinas digitais, principalmente de celular, parecem ser menos suscetíveis porque o tempo de exposição das fotos não varia muito”, explica o fotógrafo Aldo Costa, que afirma também já ter captado coisas estranhas. “Nunca tive interesse em saber o que eram, mas já fiz algumas imagens que apareceram vultos como o da foto”, finaliza. 


   
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