• Painel de Controle
Domingo, 18 de Novembro de 2018
Expediente      Anuncie      Assine

Coxim - Domingo

21ºMIN31ºMAX

Coxim - Segunda

20ºMIN31ºMAX

Coxim - Terça

19ºMIN29ºMAX

Coxim - Quarta

19ºMIN31ºMAX

Assembleia vai avaliar se houve quebra de decoro de deputado preso
Zé Teixeira foi acusado de emitir notas frias e, por isso, foi preso de forma temporária, que é quando a detenção tem prazo de cinco dias, podendo ser prorrogado por igual período.

CG News              14/09/2018    09h12
foto: André de Abreu

A Corregedoria da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul vai avaliar a situação do deputado estadual Zé Teixeira (DEM), preso na quarta-feira, durante a Operação Vostok.
Segundo o presidente da casa de leis, deputado Junior Mochi (MDB), todos os fatos estão com a Corregedoria e que esta terá a responsabilidade de emitir parecer informando se arquiva o procedimento, suspende, afasta o parlamentar ou abre processo por eventual quebra de decoro parlamentar.
À PF (Polícia Federal), que cumpriu os mandados da ação, serão requisitados documentos relacionados ao suposto envolvimento do parlamentar. O presidente esclareceu que a questão não envolve o trabalho do parlamentar na Assembleia, e, sim, que é uma situação pessoal.
Zé Teixeira foi acusado de emitir notas frias e, por isso, foi preso de forma temporária, que é quando a detenção tem prazo de cinco dias, podendo ser prorrogado por igual período. Nestes dias, a vaga de 1º secretário, ocupada pelo parlamentar, fica aberta. Se ele continuar preso, o 2º secretário, que é Amarildo Cruz (PT), assume.
O deputado Maurício Picarelli (PSDB), corregedor da Assembleia, disse que é preciso adotar cautela e que vai ler "com calma" a investigação. Só depois vai se manifestar em relação ao seu parecer.
Candidato ao governo, o presidente disse que ainda é cedo para avaliar se a operação de ontem prejudica a campanha eleitoral. Ainda sobre Zé Teixeira, Mochi disse que o parlamentar exerce "muito bem" a função de 1º secretrário.

Vostok - A Vostok teve início com a delação premiada dos irmãos Wesley e Joesley Batista, do Grupo J&F –controlador da JBS–, que apontaram a existência de um esquema de pagamentos por meio de notas frias que se usa de Tares (Termos de Acordo de Regime Especial). O sistema teria surgido na gestão do ex-governador Zeca do PT, sendo mantido nas de André Puccinelli (MDB) e de Azambuja. 


   
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Contato
  • (67) 3291-3668
  • Formulário
  • Denúncia
  • www.diariodoestadoms.com.br
    Você está no melhor portal de notícias da região norte.